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8 de março de 2024 dia em que a França tornou-se sucursal do Inferno

8 de março de 2024 dia em que a França tornou-se sucursal do Inferno

8 de março de 2024 dia em que a França tornou-se sucursal do Inferno

8 de março de 2024 dia em que a França tornou-se sucursal do Inferno

Não é de hoje que asseveramos que, a insensatez tornou-se marca registrada dos nossos tempos e a França corrobora o que dizemos, ao celebrar solenemente a constitucionalidade do “direito” de matar. Agora, o aborto está preceituado na Constituição francesa, dando a esta a primazia entre todas as nações, quanto ao direito de assassinar seres humanos indefesos, ainda no ventre de suas mães.

Como se fosse pouco em esmerar-se em seu escárnio, não se fez a França de rogada e reservou a data para oficializar sua insanidade, neste Dia Internacional das mulheres. Logo hoje, em que elas clamam por direito à vida e por igualdade, em relação aos homens. A ironia foi cristalizada incoerentemente, no dia das mulheres, para dizer a elas que, malgrado serem o ‘santuário’ primeiro e natural da vida, serão muitas delas levadas ao matadouro, como ovelhas a caprichosamente serem tosquiadas, a serviço do mal.

A monstruosidade perpetrada pelos franceses, capitaneados por seu presidente, Emmanuel Macron (segundo pesquisas feitas, 86% deles posicionaram-se pró aborto), é alarmante. É como se o bem maior fosse a morte e não a vida.

O sangue de inocentes a correr e a manchar as mãos, no referido país europeu, não ousou afrontar a civilização, nem mesmo nos países de inspiração marxista/materialista. É como se tudo tivesse sido combinado, para constar no texto constitucional, primeiro, naquele país europeu, que autointitula-se berço da civilização e é aqui onde reside a incoerência.

Pois bem. É a mesma e velha França que, a exemplo da esteira maldita do Iluminismo e Revolução Francesa, agora imagina “revolucionar” em matéria de aborto. A pergunta é: Que “(r)evolução seria, outorgar a uma nação o “direito” de assassinar” seres humanos indefesos que, em tese, deveriam ser protegidos prioritariamente nos ventres de suas mães?

Ser contra o assassinato de crianças, no ventre de suas mães não é só uma questão de fé ou ideologia. É uma questão de saúde pública, também. Sim, porque, a regra é ver-se mulheres com sequelas de todo tipo, após terem passado por procedimentos cirúrgicos abortistas.

Curioso é que, no afã de mandar um recado aos americanos – que foram frustrados pela Suprema Corte dos EUA – obtiveram os franceses, a promessa do ainda presidente Joe Biden, de que, caso se reeleja, lutará para que o mesmo crime seja legalizado na Terra do Tio Sam. E olha que o senhor Biden se diz católico!

Decididamente, o 8 de março deste ano de 2024, não passou para a história, como sendo algo bom ou positivo. Muito ao contrário: Passou à história como sendo algo funesto e horripilante, que brada aos Céus e aos corações de todos os seres humanos de boa vontade. Quem pensa diferente disso, já morreu e não sabe. Ponto!

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