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BLOG LUÍS MACHADO. Almir Bezerra (ex-The Fevers é o entrevistado desta quarta

  • Como sabe o leitor do Blog, malgrado ser este site de inspiração política, não perdemos de vista que, há outras publicações interessantes ao nosso leitor e que lhes dão prazer. A entrevista com o famoso cantor Almir Bezerra (ex-The Fevers), retrata bem o que acabo de dizer.

Almir nos surpreendeu, não só por sua visão de mundo, mas também pela inteligência, sem falar que, em alguns aspectos o entrevistado goza de vitalidade e vigor, de fazer “inveja” a qualquer artista de geração mais nova. Isso, sem falar no extraordinário senso de humor e acolhimento, o que, diga-se de passagem, é marca registrada desse pernambucano querido dos brasileiros, amantes da Jovem Guarda.

Para se ter uma ideia, a conversa, que era para durar uns 45 minutos, durou duas horas e falamos de tudo, até porque, conosco estava o empresário do entrevistado (que também é artista) Naldo Kleber, carioca da melhor estirpe, o qual ajudou o ambiente a ficar ainda mais divertido e exitoso.

Seguindo o entendimento de experts em comunicação, via mídias sociais, segundo os quais leitor de blog, em sua maioria, não curte textos extensos, resolvemos apresentá-la em série, para que a leitura não fique um tanto ou quanto enfadonha. Hoje trazemos a primeira, como segue:

Blog Luís Machado – Pra começo de conversa: Eu pensei que você estivesse digamos, mais caidinho, fisicamente falando. Estás menos feio do que eu imaginava (risos de todos). Qual o segredo disso?

Almir Bezerra – Tudo isso é gentileza sua. Mas, veja, Luís: Até mesmo por influência da minha família, desde aqui, no Recife (família evangélica Batista), talvez por isso não bebo, não fumo (minha mãe era daquele tipo durona e de aspecto imponente), não iria permitir certas peraltices e foi neste ambiente que cresci. Acho que por isso tô inteiro.

Blog – Falando nisso, como foi para chegar à fama, na condição de integrante de uma das bandas mais famosas da Jovem Guarda (The Fevers) e de estrondoso sucesso, por décadas. Como fez para chegar lá?

Almir – Olha, eu nasci aqui, sou do Recife. Daqui mesmo, de Boa Viagem. Naquela época, imagina, tudo isso aqui era diferente. Ainda garoto, por volta dos 12 anos meu pai teve que se mudar para Vila Velha, Espírito Santo e com ele, claro, todos nós. Pouco tempo depois, de lá, fomos para o Rio. Comecei a me enturmar com a galera e, em pouco tempo a gente fundou uma bandinha muito boa, que depois ganhou o nome de The Fevers.

Blog – Como foi lidar com a fama, sendo os Fevers, ao lado de Renato & Seus Blue Caps apontados com sendo talvez as duas principais, naquela efervescência da Jovem Guarda, ao lado de nomes como Jerry Adrianni, Wanderléa, Erasmo e Roberto Carlos, dentre outros?

Almir – Eu era muito jovem, como todos. Mas, eu não tinha problemas com isso. Era danadinho mas sempre dentro dos conformes. Veja, ainda hoje, no palco, eu sou o artista, faço meu papel, etc. Mas acabou o show, sou um cidadão comum, como outro qualquer e sem estrelismo. É o meu jeito. Nada de achar que sou o tal. Não, nunca fui disso, nada disso.

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  • Na segunda parte da entrevista, Almir falará sobre política, religião e futebol (três assuntos imexíveis que, segundo alguns não se deve discutir) mas ele não fugiu às perguntas.

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