IGREJA NÃO DIVULGA, COMO DEVERIA, O XVIII CONGRESSO EUCARÍSTICO NACIONAL

- Não é novidade para ninguém que, no Brasil, mal termina um carnaval ou campeonato brasileiro de futebol e já se está a pensar no próximo, visto que, por serem eventos de inegável magnitude, exigem plenejamento, logística e organização, sem falar nas tradicionais campanhas publicitárias, pois sem isso, a realização de tais eventos seria um fiasco, para não dizer, desastrosa.
Ora, se para coisas profanas (não sacras) tem-se tanta dedicação e responsabilidade, o que dizer, quando o assunto é homenagear ou defender certas pautas, usando o próprio Deus! Pois isso é tudo o que a Igreja Católica não faz, pelo menos até agora, como era de se esperar, no tocante ao aludido Congresso Eucarístico.
Por sediar o aludido C.E.N., na Capital pernambucana, de 11 a 15 de novembro de 2022 (cujo tema é “Pão em todas as Mesas”), fez a Arquidiocese de Olinda e Recife, a abertura oficial do Congresso, em novembro do ano passado, com celebração eucarística, presidida pelo Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta.
Curioso é que seja para fomentar o avivamento espiritual no seio da Igreja (o que parece não ser o caso), seja para instrumentalizar uma pauta voltada ao social, o fato é que, conforme apurou o Blog Luís Machado, apesar de se estar a menos de 10 meses para a realização do evento, não faz a Arquidiocese, por suas paróquias, qualquer alusão ao Congresso.
Ora, se os locais para difusão do Congresso é, em princípio, as próprias Paróquias – especialmente nas celebrações eucarísticas -, então qual a razão de não se está a divulgar o evento, assim como se faz, por exemplo, em relação ao dízimo, cujo apelo é invariavelmente feito pela Pastoral pertinente?
A propósito e a título de comparação, numa escala de valores, o Congresso Nacional Eucarístico é infinitamente maior e mais nobre, do que a Campanha da Fraternidade, só para exemplificar. E por quê? ´É que, enquanto esta visa estimular os fiéis e a sociedade, acerca de temáticas mais voltadas para o político-social, o primeiro (a Eucaristia) é o próprio Deus, mistério encarnado de Jesus Cristo, Filho de Deus, no meio dos homens.
Basta dizer que, a Eucaristia é o próprio Deus. É o que dá sentido à existência da Igreja e da fé católica, como preconizam os documentos da mesma Igreja, ao longo desses mais de dois mil anos. Sem Eucaristia, não haveria, sequer, Igreja Católica. Em resposta ao questionamento acerca da falta de publicidade do Congresso, limitou-se um religioso a dizer ao Blog que, seria interessante “entrar em contato com a Pastoral da Comunicação da Arquidiocese de Olinda e Recife”. A pergunta é: Em que nível essa Pastoral, de fato, comunica?
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