
- Lembram daquela cena do deputado federal Eduardo da Fonte que, em 2016, na hora de votar na sessão do impeachment da então presidente Dilma Rousselff , levou o filho, para por ele dizer sim (advertido e impedido que foi pela presidência da sessão), o que, se assim tivesse ocorrido o voto dele teria sido inválido? Pois é. Para Dudu – como é também conhecido no meio -, tudo é possível. Acha que pode tudo e tudo pode, ainda que se passe por ridículo e seus atos impensados lhe tragam desgastes desnecessários.
Depois de outras “faca nos peitos” para amealhar mais benefícios junto ao Palácio do Campo das Princesas, “ameaçou” deixar o barco da Frente Popular, para pular na canoa de Marília Arraes. Esta e sua tropa, por sua vez, deram um “faz de conta” pra Dudu, jurando acreditar que este estaria falando sério. ‘Vai lá que dá certo!’… Só que não!
A impensada atitude de Dudu ensejou a escalação do deputado Milton Coelho (PSB) que, diante do monte de bobagens ditas pelo progressista, mandou um duro recado: “pegue seu boné e vá embora” além de outras pérolas. Pois é. Mas apesar de tudo isso, bastou uma conversa de pé de ouvido entre Dudu e Paulo Câmara – a exemplo de outras vezes em que usando do mesmo expediente o deputado se deu bem -, para que Dudu da Fonte voltasse atrás, fazendo jus às brincadeiras de internautas que comentam acerca da “volta do que não foi”. Dudu não só não não foi, como de quebra, ainda conseguiu jogar Milton Coelho às feras, já que de nada valeu ter este mandado aquele ir embora e ainda conseguiu (Dudu) a promessa de “curais eleitorais” que seriam destinadas a Milton, pelo interior do Estado.
Tudo o que acima dissemos é corriqueiro e ocorre com qualquer líder político. Menos ser objeto de chacota, de uma forma assim tão pueril. Um presidente de partido precisa ter postura e discernimento, quando da tomada de decisões importantes. Ainda mais em se tratando de um partido forte, como o dele. Eduardo da Fonte deveria ter em mente que uma atitude dessas (de deixar a base do Governo) sempre tem consequências. Das duas, uma: Ou precipitou-se, achando que seus liderados o acompanhariam a também desembarcar no porto de Marília ou deu uma de “joão sem braço”, tudo combinado com o Partido, para conseguir o que queria e ficar onde estava.
Dudu da Fonte ficou onde estava, mas sua credibilidade foi a zero, por motivos óbvios. Moral da história, ficou desmoralizado e, de quebra ensejou a humilhação de Milton Coelho (que deveria ter ficado calado), dentro do seu próprio partido, o PSB. Ficarão, por fim, na mesma jaula, se mordendo, porém, dando a entender que “tudo foi superado e só foi um mal entendido, muito comum no mundo da política”. Fala sério! Vai ser deslavado assim, em Wuhan! Agora é esperar qual será a próxima lambança de Dudu da Fonte.
Rapidíssimas
- . Ex-Chefe de Gabinete de Anderson Ferreira, agora é Danilo Cabral – São os políticos farinha do mesmo saco? Se são, com a palavra, o leitor. Mas o fato é que Cláudio Asfora, ex-chefe de Gabinete e Secretário do ex-prefeto de Jaboatão e pré-candidato de Bolsonaro, Anderson Ferreira vai ser secretário de Agricultura do Governo Paulo Câmara, na chamada mini-reforma, como moeda de troca, visando às eleições de outubro próximo. Asfora é irmão do prefeito de Brejo da Madre de Deus, também aliado dos Ferreira, em Jaboatão dos Guararapes. Como se vê, Anderson Ferreira não segura nem aqueles a quem ele deu emprego. Deve ser um pré-pesado de mais!
- . Araripina no Governo – Outro que chega como moeda de troca para a Secretaria de Políticas de Prevenção à Violência e Drogas, será Humberto Arraes, ex-secretário de Agricultura Familiar e filho da deputada estadual Roberta Arraes. Como se vê, a moeda mais valiosa chama-se cargos. Eis a razão para deslealdades e infidelidades políticas. Tudo como dantes, nas terras de Abrantes.
- . Dudu da Fonte ganhou mais cargos – Além dos cargos acima citados que existirão em função da desistência de Dudu em apoiar Marília Arraes, virão por aí, outras mudanças que ocorrerão em espaços do 2º escalão. Bruno Rodrigues, por exemplo, é presidente do PROS, ligado a Eduardo da Fonte e que vai comandar a Ceasa. O mesmo se dará em relação a José Bartolomeu de Monteiro. que vai presidir o IPA. Enteu, senhor eleitor, porque a mídia diz que Danilo Cabral (candidato de Paulo Câmara) vai pro segundo turno?
- . Quem com o ferro fere, por ele será ferido – Bem que o citado adágio se encaixa em relação a Bolsonaro. É que o presidente convidou para almoçar, seu colega, presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa para depois desconvidá-lo, com raiva porque o português vai se encontrar também com Lula. Agora foi a vez de um vereador do Recife que entregaria a medalha José Mariano a Bosonaro, considerada a maior honraria da Câmara dos Vereadores do Recife. A proposta não será mais colocada em votação na casa, como estava prevista para próxima terça-feira. Após reunião com lideranças do seu partido, durante a semana, o vereador e pré-candidato a deputado federal, Dilson Batista (AVANTE), reconsiderou a sua posição e decidiu pela retirada de pauta. Eu, hein!
- . Paulo Câmara é mesmo Paulo Imposto – Apesar de uma penca de Estados já terem reduzido a alíquota do ICMS, o governador de Pernambuco não fez e não quer fazer o mesmo. Como se achasse pouco, ainda entrou na Justiça, para não reduzir o citado tributo. Isso baixaria o preço dos combustíveis. Será que se pagasse pelo consumo de combustíveis, ele reduziria? É como temos dito: Um governador que descumpre a Lei e ainda entra na Justiça para satisfazer o ego, em prejuízo do povo, deveria renunciar e pedir desculpas à sociedade. É uma espécie de aborto que, sem escrúpulo e sem ética, mais prejudica do que ajuda. É uma lástima!
- . Abacaxi para 2023 – Uma coisa é certa: Se está ruim agora, e 2023 tende a ser pior, a considerar os irresponsáveis atos governamentais praticados agora pelo Governo Bosonaro. É auxílio bilionário concedido com o aval do Congresso Nacional (incluindo parlamentares da oposição) mas que a conta vai chegar, seja o presidente eleito quem for. Que Deus nos ajude!
- . Pesquisas – É cada vez maior, a desconfiança do eleitor, quando o assunto é pesquisa de intenção de voto. É que, no afã de puxar a brasa para sua sardinha, cada instituto deixa escapar sua preferência ideológica e com isso influenciar o eleitor. Todo cuidado é pouco, especialmente nestes tempos de polarização da campanha, entre Lula e Bolsonaro.
- . Voto útil – É impressionante como tem gente apregoando que se o eleitor votar em Lula ou Bolsonaro (a depender da preferência de quem diz) o Brasil irá ao fundo do poço, como se a vida orgânica do País gravitasse apenas em torno da política. Não. O País não vai acabar, seja Lula ou Bolsonaro a subir a rapa dos do Palácio do Planalto. Cada um vote conforme sua consciência, escolhendo sempre o candidato que melhor lhe pareça e de preferência se o candidato respeita valores que não passam e fazem parte de nossa vida, como a fé, a dignidade, a liberdade de expressão, emprego e renda para os brasileiros.
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