GOVERNADOR, EDUARDO LEITE, o mal, por si só, se destrói

- Amanheceu o País, com a repercussão da “novidade” publicada, acerca da declaração do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), declarando-se gay.
Curioso é o fato de que, bem ao contrário do que imaginou o mais novo recém-saído do armário, já surgiram, por parte de setores do mundo gay, manifestações de repúdio ao governador, que o desqualificam, a exemplo do que disse o ex-deputado Jean Wyllys: “só quem não conhece a luta da comunidade LGBTI sai “louvando” o come outing (saída do armário) de um governador de direita. O ato do governador, segundo o ex-deputado, é apenas “bacana” e nada mais.
Ora, convehamos! A quem, na verdade, interessa a declaração do governador do Rio Grande do Sul, divulgada na TV, no afã de fazer alguma média, se até expressivos personagens homossexuais dele discordam? O que ganharia ele com isso?
O fato é que, para um político no exercício do cargo de governador de um Estado da Federação, a atitude do senhor Leite em nada contribui. Até porque, ao povo gaúcho só interessa que tenha ele ao menos a dignidade de fazer um governo razoavelmente bom e nada mais que isso. Não interessa a opção sexual dele. Aliás, não interessa nem mesmo ao movimento LGBTQ.
Como se vê, a atitude do governador faz jus à máxima de que, HAJA O QUE HOUVER E PASSE O TEMPO QUE PASSAR, O MAL POR SI SÓ, SE DESTRÓI.
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Comento, argumento. Só não invento!



