BLOG LUÍS MACHADO – ELEITOR DEVE REPROVAR INSTITUTOS DE PESQUISA – 23.06.2022

  • Há um mau cheiro no ar. E não vem de produtos inflamáveis, nem de restos mortais, em estado de decomposição. Vem, sim, de interesses poderosos que, modificando o modus operandi de suas maquinações do passado (quando manipulavam consciências incautas, através da poderosa Rede Globo de Televisão, por exemplo e como ficou conhecida), para estarem a serviço de interesses nada republicanos.

Como viu o leitor do Blog Luís Machado, numa das edições de hoje, institutos de pesquisa são pagos a peso de ouro para, uma vez contratados pelo sistema financeiro e investidores, fazerem o que eles chamam de pesquisas eleitorais de intenção de voto, com registro na Justiça Eleitoral e tudo. Até aqui estaria tudo dentro dos conformes, não fosse um pequeno detalhe: Há fortes indícios de que candidatos absolutamente desconhecidos, estejam pontuando, ainda que em níveis baixos e há nomes consagrados e notoriamente conhecidos dos brasileiros, sendo “avaliados” no mesmo patamar e isso é grave. Aliás, é gravíssimo. Estes não interessam aos poderosos.

E não se está atacando aqui as referidas pesquisas, na sua inteireza. Até porque em alguns quesitos, não há o que questionar. Mas, no somatório final de aferição das mesmas, há, sim, o que contestar. Em Pernambuco, por exemplo, há candidato ao governo do Estado que, se duvidar, nem mesmo em seus partidos são eles conhecidos. A nível nacional, Luciano Bivar, presidente do União Brasil, por exemplo, sequer tem pontuado, malgrado ser um parlamentar nacionalmente conhecido (é ele atualmente Secretário Geral da Câmara dos Deputados) já foi inclusive candidato à presidência da República, em passado não muito distante.Sintomático, não?

Vivemos em tempos sombrios, onde tudo é relativizado. Mas, em tudo tem que haver certa razoabilidade. E sabem quem sai mais prejudicado com uma “pesquisa” com cartas marcadas? Quem perde é a democracia. Perdemos todos nós que, ao invés de vermos jovens talentos emergirem com ideias inovadoras, acabamos sendo vítimas do chamado “Grande Capital” que “tudo manda, porque tudo pode”.

Está na hora do eleitor dizer NÃO a muito instituto de pesquisa por aí. Votar nulo ou em branco neles, no quesito credibilidade, é preciso. Está mais do que clara a intenção de tais forças “invisíveis” em direcionar a polarização do pleito em apenas dois nomes: Lula e Bolsonaro, os quais ficam por sua vez, à mercê de fatos novos desabonadores de conduta, como aliás, ocorreu ha poucas horas, com a prisão do ex-ministro da Educação, cujo fato novo já respinga no presidente Jair Bolsonaro. De tudo isso vem uma constatação, mais que manifesta: Somos uma espécie de democracia de fachada, já que os nomes mais fortes, são os mais rejeitados (basta ver, pelas redes sociais) e sobre os quais recaem as piores acusações vindas do Ministério Público, pela prática do mal feito.

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