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BLOG LUÍS MACHADO. Elias Gomes volta a ser prefeito do Jaboatão?

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BLOG LUÍS MACHADO. Elias Gomes volta a ser prefeito do Jaboatão?

  • Foi noticiado nessa sexta-feira (04) que um certo Instituto XB3 publicou uma pesquisa, dando conta de que o ex-prefeito Elias Gomes (MDB) lidera as intenções de voto, em todos os cenários, visando à corrida ao Palácio dos Guararapes (sede do Governo do Jaboatão dos Guararapes), com distanciamento considerável, em relação aos demais nomes postos como prováveis pré-candidatos, nas próximas eleições de 2024.

Verdade é que, como se sabe, toda pesquisa reflete o momento em que é feita e nada mais que isso. Ora, dizendo isso, estamos a afirmar que, ainda que os Institutos de pesquisa gozassem de credibilidade (as últimas eleições mostram que alguns deles erraram feio), ainda assim, haveria outras considerações importantes a serem feitas e levadas em conta.

Na esteira do dito acima, uma colocação se impõe: Elias é um dos políticos pernambucanos mais experientes e dono de um currículo invejável – foi prefeito do Cabo de Santo Agostinho por três mandatos, deputado estadual, administrador de Fernando de Noronha, Secretário de Estado e prefeito do Jaboatão dos Guararapes em dois mandatos consecutivos (2009 a 2017) e teria hoje 26% das intenções de voto, segundo um dos cenários da pesquisa.

Na outra banda, despontam Marília Arraes (SD) com 18% e em terceiro, o atual prefeito Mano Medeiros (PL), com 15%. É aqui, que está o “x” da questão. Se Mano Medeiros – o menos conhecido de todos eles, para a maioria dos Jaboatonenses -, dista apenas três pontos percentuais de Marília e 11 pontos do hiper conhecido e primeiro colocado Elias Gomes, há que se concluir que Mano estaria teoricamente em situação mais confortável e por quê?

Ora, se as eleições ainda estão a cerca de um ano e dois meses e Mano (que tem a maquina na mão, com todos os meios possíveis ao seu dispor, inclusive muito dinheiro, a chegar da parte do PL que detém uma das maiores fatias dos fundos partidário e eleitoral), a tendência é que, logicamente se torne ainda mais conhecido do eleitor.

E quando “a máquina começar a moer” na campanha, o nome dele tende a se consolidar, rumo à reeleição. A a menos que surja um fato novo, capaz de minar suas chances de vitória. O mesmo não ocorre com o primeiro colocado na pesquisa, Elias Gomes. Este é filiado a um MDB nanico, no Estado e, como tal, dificilmente virá dinheiro suficiente para bancar sua campanha, em Jaboatão.

A situação do ex-prefeito é e será muito difícil, mesmo em se tratando de Elias Gomes, com toda a expertise que lhe é peculiar. Elias, se de fato for em frente, poderá repetir o que fez em 2022, no Cabo, quando, por não decolar nas pesquisas, desistiu da pré-campanha, para apoiar o atual prefeito Keko do Armazém, o que, alás, parece ter feito muitíssimo bem!

Elias terá 14 meses para desvencilhar-se do estigma de ingrato com correligionários que o tenham ajudado a vencer, sem falar na brutal majoração do IPTU. Teve ele o mérito de recadastrar os imóveis, mas o demérito de praticamente “matar” donos de imóveis, ante a desordenada forma de incidência, em termos de valor venal imobiliária. Isso ainda está muito vivo, na cabeça dos jaboatonenses.

Em relação aos outros nomes, bem… A rigor, por enquanto, sequer daria para fazer conjectura, em relação a eles, dado às circunstâncias referentes aos mesmos, a não ser dizermos que, fica a impressão de que, estão na base do “se colar, colou” e o farão, apostando num eventual segundo turno (o que, diga-se de passagem, não é algo improvável de ocorrer) para, lá comporem com quem for disputar, podendo ser Mano ou até o próprio Elias.

E Marília? Por não ter a ex-deputada federal qualquer identidade com Jaboatão – malgrado ter ela perfil urbano bem acentuado em toda a Região Metropolitana, para uma majoritária, se nos parece muito pouco provável que decole, num projeto de natureza majoritária, no Município. Isso vale também para a deputada federal Clarissa Tércio e até mesmo para o ex-prefeito do Recife e atual deputado estadual, João Paulo, do PT.

Lembrando que, no tocante às razões ditas acima, o que vale para hoje, poderá não valer, daqui a seis meses ou valer apenas em parte. O tempo dirá.

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