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BLOG LUÍS MACHADO. GRUPO NBR & BUGGY 4X4: É PERNAMBUCO QUE DÁ CERTO – 2a Edição. Terça-feira, 09.08.2022.

BLOG LUÍS MACHADO. GRUPO NBR & BUGGY 4X4: É PERNAMBUCO QUE DÁ CERTO – 2a Edição. Terça-feira, 09.08.2022.

BLOG LUÍS MACHADO. GRUPO NBR & BUGGY 4X4: É PERNAMBUCO QUE DÁ CERTO – 2a Edição. Terça-feira, 09.08.2022.

BLOG LUÍS MACHADO. GRUPO NBR & BUGGY 4X4: É PERNAMBUCO QUE DÁ CERTO – 2a Edição. Terça-feira, 09.08.2022.

A repercussão da matéria publicada pelo Blog Luís Machado, no sábado passado (06.08.2022), com o presidente do Grupo NBR, Evandro Lira, acerca da Montadora de veículos, em Araripina-PE foi tamanha que, mereceu uma sequência de edições e esta é a segunda, em torno de um projeto que promete dá o que falar, no Brasil e no Mundo. Veja outras informações prestadas pelo citado executivo, como segue:

Pergunta – Quais os modelos de Buggy a serem produzidos em Araripina?

Resposta – Serão quatro tipos modelares: 01 fechado, 01 aberto, tipo buggy, 01 Picape e 01 Jeepinho, com tração 4×4, com valores estimados entre R$ 66 mil e R$ 80 mil.

P – Quando é que o público conhecerá os referidos modelos?

R – Bem, nossas projeções é que por volta de outubro próximo já estejamos revelando ao mercado, todos os modelos, com suas respectivas especificidades. Mas já adianto que nossos carros serão equipados com motores 1.0, 1.0 Turbo, 1.3 e 1.5 Turbo, cuja potência será revelada em breve, inclusive com versões para GNV (gás),com tração 4×2 e 4×4 e com um detalhe: os carros terão sistema de tração independente, nas 4 rodas, com direção hidráulica e iluminação LED.

P – E em relação aos motores, o que o senhor tem a dizer?

R – Por enquanto só posso adiantar que o principal fornecedor de motores para nossos veículos será conhecido nas próximas semanas.

P – Quando é que os pernambucanos e brasileiros irão sair dirigindo um desses veículos?

R – Nosso cronograma prevê que, no mais tardar – se não houver nenhum imprevisto – em 18 meses. Queremos comercializar as primeiras unidades por volta de fevereiro de 2024. É um período necessário para que possamos ver com nossos futuros fornecedores uma série de coisas, sempre visando preços competitivos em favor de nosso consumidor final.

P – Antes de iniciarmos a entrevista, o senhor nos dizia que pretende lançar veículos por preços competitivos que, se comparados a modelos convencionais de montadoras tradicionais, não será superior ao modelo popular mais barato de montadoras como a Fiat, por exemplo. Isso sem abrir mão do conforto e segurança. Como o senhor vai conseguir isso?

R – Nós apresentaremos um carro Buggy, com conforto e segurança e disso não abriremos mão. Até porque a legislação brasileira é hoje bastante exigente, no quesito segurança. A diferença é que um carro Buggy seguro e confortável não precisa necessariamente vir com uma infinidade de adereços que, via de regra, acaba encarecendo, pesando no bolso do consumidor.

P – O senhor já nos disse também que os carros serão montados à base de fibras de vidro e chassi tubular, próprios de produção artesanal que via de regra exigem muita mão de obra e, por tabela, resulta no aumento de preço.

R – Isso mesmo. Só que tem um detalhe: Como nossos veículos serão fabricados em série e, portanto com grande volume – cerca de 1.200 carros por mês – os preços não serão altos. Daí porque já estamos trabalhando com a possibilidade de dobrar a produção, num curto espaço de tempo, após colocar as primeiras unidades, no mercado. Com isso, a probabilidade será sempre de apresentarmos carros com preços muito bons, ao mercado.

P – Já que o senhor falou em números de produção, não há como deixar de considerar que, praticamente tudo nesse projeto consiste em números e mais números. Quantos empregos serão gerados, então?

R – É uma pergunta muito interessante, já que, no primeiro momento (construção da planta) serão cerca de 240 empregos diretos e 1.500 indiretos. Na fase de funcionamento, esse número passará para cerca de 450 empregos diretos e aproximadamente 4.000 empregos indiretos e com um outro dado muitíssimo importante: Para lá irão cerca de 100 pequenos e médias empresas que, no entorno de nossa fábrica funcionarão, gerando emprego e renda para a população de Araripina e Região, como aliás, ocorre com todos os grandes empreendimentos.

Na próxima edição (complemento) dessa reportagem que ora apresentamos em forma de entrevista, apresentará o CEO do Grupo NBR, Evandro Lira, informativos acerca de expansão e presença do Grupo fora do Brasil, além de falar acerca de parcerias com empresas gigantes ligadas ao setor automotivo. Falará também a respeito de investidores internacionais e Países interessados em receber a Montadora.

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