
- Quando uma nação tem que escolher o menos ruim entre seus candidatos, é sinal de que já chegou ou está prestes a chegar ao fundo do poço. Mas quem seria o menos ruim, se os dois candidatos – Lula e Bolsonaro – à Presidência, suscitam na cabeça do eleitor equilibrado a sensação de que, se os puséssemos na balança, teriam o mesmo peso e se os pudéssemos medir, teriam a mesmíssima medida?
Sem dificuldade alguma, basta olhar os viralizados e ainda recentes áudios e vídeos, em referência aos escândalos envolvendo Lula e seus apaniguados, especialmente o Mensalão e a Lava-Jato (nem precisa falar nos outros escândalos), para outra vez ficarmos estupefatos, acerca do mal que fizeram eles. E o que dizer do que fizeram sem que saibamos até hoje?
Na outra banda e com mais facilidade, ainda podemos recordar das alopradas atitudes do atual mandatário da Nação que, sem pudor e sem peias protagonizou e protagoniza por todo esse período como mandatário, fatos que deixaram e deixam todos de cabelo em pé, dentro e fora do País, como se o Brasil fosse uma ilha e ele tudo pudesse fazer.
Quem não lembra das vazadas conversas em reuniões ministeriais – lembrem-se de Abraham Weintraub, Eduardo Pazuello, Ricardo Salles, Sérgio Moro, Milton Ribeiro – suficientes para desgastar o chefe do Executivo que, no “Cercadinho” ou em troca de farpas com jornalistas, fizeram a crônica ridicularizadora da agenda presidencial?
Ora isso tudo foram ingredientes para que agora, neste momento decisivo do voto, possamos ver que, na fermentação desse angu de caroço, sejamos capazes de enxergar com olho clínico, o que poderá ou não nos envenenar ainda mais, em relação ao futuro do País.
Alguém diria: Mas, o que fazer agora, se a escolha terá que recair necessariamente sobre um dos dois candidatos? Bem, não é hora para puritanismo de viés ideológico ou de cunho sociológico ingênuo ou ainda querer buscar chifres na cabeça de cavalo.
Queira ou não queira, a hora é de torcemos e agirmos concretamente, para que o eleitor escolha o MENOS RUIM ou DESASTROSO, no próximo dia 30 de outubro. Necessário é fazer isso, naquela velha filosofia de guerra, onde o momento de vida ou morte, por mais doloroso que seja, sempre obriga a optar pelo menos indesejado caminho e nem adianta tentar querer inventar a roda, porque não vai conseguir.
O máximo que conseguiremos é chegar ao panteão de sua majestade, a urna eletrônica e cravar (ou não) o voto em Lula ou Bolsonaro, com suas enganações.
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