Em desvantagem nas pesquisas, Marília usa mãe de adolescente como “bala de prata”.

- Dá a impressão de que Marília Arraes achou pouco, em não concordar com as 48 horas de luto, pedidas por Raquel Lyra (PSDB), após o falecimento do marido desta, visando adiar o Guia eleitoral.
- Um outro fato vem chamando a atenção das pessoas. É o caso da Funase, onde a postulante do Solidariedade tenta a todo custo associar a morte ocorrida há mais de 10 anos, de um adolescente interno na Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) à gestão de Raquel, enquanto secretária da Criança e Juventude, no governo Eduardo Campos. A informação é do Blog Cenário.
No seu guia eleitoral, nos debates e em suas redes sociais, a neta de Arraes vem explorando bastante a situação, apresentando a mãe do garoto, Irismar Vieira, como uma mulher frágil, depressiva e que deixou de viver por conta do lamentável ocorrido. Os vídeos gravados por ela, que estão sendo utilizados politicamente, mostram uma pessoa que deixou de se cuidar, perdeu os dentes e não tem mais felicidade.
Em imagens nas redes sociais de Irismar, a mulher, entretanto parece ter conseguido seguir a vida, apesar da tragédia, como é possível ver nas fotos abaixo.

- O que se vê é que numa última cartada desesperada, a campanha de Marília Arraes tenta a todo custo, utilizar-se de uma estratégia baixa, que induz o eleitor a se sensibilizar com a dor de uma mãe que perdeu o filho, colocando em Raquel uma responsabilidade que não existe.
- Prestes a dar à luz seu segundo filho, Raquel Lyra entrou de licença-maternidade em 4 de julho de 2012. Yuri Wilker ingressou na Funase no dia 24 do mesmo mês e a morte do adolescente aconteceu em primeiro de setembro daquele ano.
Como se vê, há muita exploração, acerca do ocorrido.

- A licença da então secretária só terminaria quase três meses depois do assassinato de Yuri, em 14 de dezembro de 2012. Apesar de todos esses dados irrefutáveis, Irismar está aparecendo no guia de Marília, afirmando com todas as letras que costumava se reunir com Raquel, quando na verdade a então secretária licenciada amamentava o filho recém-nascido em casa.
Como se constata, a situação da mãe do adolescente morto, não é aquela mostrada por Marília.

- Por causa dessas acusações inverídicas, a candidata do PSDB protocolou uma representação criminal contra Marília Arraes na Justiça comum. Como a campanha de Marília conseguiu convencer a mãe de Yuri a mentir na televisão, não se sabe, é uma incógnita. Mas não restam dúvidas de que, para a candidata do Solidariedade, vale o tudo ou nada, para está no poder.
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