
- Estava tudo mais ou menos traçado na cabeça de Elias e Marlene Costa, naquele dia 12 de agosto de 1978, quando veio ao mundo e deu o primeiro choro, aquele irrequieto menino a ser batizado com nome de profeta (Eliezer), nome este que mais tarde viria a ser conhecido na cena política jaboatonense, como sendo ELIEZER COSTA. Mais tarde imaginavam seus pais que o menino fosse seguir os passos da família de comerciantes bem-sucedidos e tudo estaria certo, dentro dos conformes. Só que não.
Eliezer cresceu e foi educado no meio evangélico (como músico e produtor artístico, além de mentor do Projeto Novo Tempo, o qual existe há 17 anos), mas logo viu que isso não bastava, para fazer frente, no tocante àquilo que sempre gostou e está no sangue: Está no meio do povo, lutando por justiça social e direitos humanos, até que em 2008 candidatou-se a vereador, sendo eleito com 2.789 votos. Isso o levou à Terceira Vice-Presidência da Câmara, além de presidir, com destaque e grande influência, a Comissão de Direitos Humanos e Meio Ambiente, da Casa.
Vendo que, por ser o único parlamentar de oposição (foi implacável, na fiscalização e denúncia contra a corrupção), “uma andorinha só, não faz verão”, em 2012, abriu mão do que poderia ter sido a renovação do mandato de vereador, para lançar-se candidato a prefeito, ficando em terceiro lugar. Na última hora do prazo legal, em 2018, resolveu candidatar-se pelo PP a deputado estadual, tendo obtido 7.717 votos, sem qualquer estrutura do Partido.
Eliezer Costa defende pautas tradicionais como Família (ele é pai de 4 filhos) e valores cristãos, fazendo jus, portanto, à formação cristã recebida dos pais. Engajado também em trabalhos sociais, faz questão de ressaltar os trabalhos voluntários por ele desenvolvidos, tais como junto a dependentes químicos (através do Projeto Sara Nordeste), ao lado de nomes, como o Pr. Itamar Félix, em Jaboatao dos Guararapes, por exemplo.
Ao Blog Luís Machado, faz ele questão de enfatizar sua condição de candidato, filho do Município: “Depois do ex-prefeito e ex-deputado Geraldo Melo, falecido em 2010 (Geraldo foi eleito em 1987 para a Câmara Federal), nenhum outro parlamentar, nascido aqui e com a cara de Jaboatão foi eleito. Esta é a razão pela qual Jaboatão vem sofrendo, por falta de quem brigue por nós, em Brasília. A partir de 2023, terão. Tenho certeza de que, com nosso futuro governador Miguel Coelho, vamos estabelecer definitivamente um novo tempo, para Jaboatão dos Guararapes e para Pernambuco. Aproveito para convidar para o lançamento de nossa pré-candidatura a deputado federal, no próximo dia 27 deste mês. Pois bem. Os que aí estão, só querem se aproveitar de nosso potencial e nossas riquezas. Basta olhar quem são os “representantes” de Jaboatão” que aí estão. Uma tragédia! Não temos uma obra, sequer, realizada pelos que aí estão. Estamos num completo abandono”, alfinetou.
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