COLAPSO NA ENERGIA, por falta de gestão

- Como se explicar que, num País como o nosso, no qual quase tudo esteve praticamente paralisado em 2020 , cuja situação se repetiu até agora, em 2021, possa está ameaçado de entrar em colapso, por falta de energia elétrica e, por conta disso tenha o Governo que aumentar a tarifa, arrochando ainda mais a vida dos brasileiros?
Tudo bem que o Governo negue. Mas, o fato é que a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou hoje a criação de uma nova bandeira tarifária para fazer frente ao aumento dos custos decorrente do agravamento da crise hídrica. Chamada de “Escassez Hídrica”, a nova bandeira custará R$ 14,20 a cada 100 kWh (quilowatt-hora) e vigora a partir desta quarta-feira (1°) até abril de 2022.
Segundo a agência, a nova bandeira vai gerar uma alta de 6,78% na conta de luz. Cidadãos de baixa renda beneficiados pela tarifa social não serão afetados pelas novas regras da Bandeira Tarifária, sendo mantido o valor atual.
Se a crise fosse apenas no setor energético, até se poderia “justificar”, se isso fosse possível. O problema é que, pelo andar da carruagem, o cenário não é dos melhores, em praticamente todos os setores. No campo da economia, já se vislumbra sinal vermelho, reflexo da instabilidade política no País.
Enquanto o contingente de brasileiros de braços cruzados já beira os 15 milhões de desempregados, o presidente da República insufla seus seguidores a manifestarem-se em praça pública, no próximo dia 7 de setembro, contra quem ele considera como “inimigos do Brasil”, em nítida demonstração de irresponsabilidade, sob todos os aspectos.
Como não há nada tão ruim que não possa piorar, na outra banda, há uma oposição asquerosa e fisiologista que, malgrado ter dado causa, agora e desde sempre, aos atuais males do País. Sem pudor e sem vergonha, já posa de “salvadora da Pátria”, visando as próximas eleições, em pura atitude de escárnio e espírito antirrepublicano, como aliás, é do seu feitio. Ou seja, a iminência de colapso não é só de energia. É de tudo, lamentavelmente!
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Comento, argumento. Só não invento!




