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BLOG LUÍS MACHADO – Quinta-feira, 09.06.2022

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SAIBA PORQUE MIGUEL COELHO É TÃO FORTE

  • Poucas vezes na história política recente de Pernambuco tivemos um certo nivelamento qualitativo dos postulantes oposicionistas ao governo do Estado, fazendo frente ao candidato da situação. Miguel Coelho, Raquel Lira, Anderson Ferreira e Marília Arraes, estão indiscutivelmente no mesmo patamar de competitividade. Disso, todos sabem.

Contudo, é no detalhe que reside a diferença entre eles. Não basta ser de direita, de esquerda ou de centro, para conquistar o voto do eleitorado que aspira por mudança. É no detalhe que a vitória independe necessariamente de dinheiro, grupo, logística e até mesmo da influência de pesquisas. Nessa linha de consideração, um dado precisa e certamente pesará muito, nas próximas eleições: Nacionalizar ou não a campanha. Evidente que, em se tratando de eleições gerais, é difícil não vincular ou “casar” o voto do candidato a governador ao voto do candidato a presidente da República.

Só que, em se tratando de Pernambuco, nacionalizar a campanha pra governador, poderá ser um “tiro no pé”, de quem o defenda, em virtude do grau de polarização existente entre Lula e Bolsonaro. Mas não só por causa disso. É que os indicadores sócio-econômicos a nível nacional e estadual, conspiram em desfavor, tanto do Grupo político que comanda o Estado, quanto do Governo Federal e só tem piorado. Ambos contabilizam fracassos em políticas públicas, em alto grau, embora se saiba que isso vem desde 2014, período governado pela ex-presidente Dilma Rousselff e que após isso vieram à tona as denúncias de corrupção dos governos petistas o que ainda repercute e muito, na cabeça das pessoas.

Não por acaso o pré-candidato Miguel Coelho tem preconizado a não nacionalização de sua campanha, sob argumento de que “o futuro presidente eleito, independente de quem seja, não governará nosso Estado”. Neste aspecto ele está coberto de razão. Tivesse o atual governador Paulo Câmara assumido postura semelhante, como fez, aliás o governador Camilo Santana, no Ceará, nossos indicadores seriam outros. Ora, num estágio em que a Nação inteira sofre a fadiga da divisão e sonha com a volta da normalidade institucional, a postura do ex-prefeito de Petrolina o coloca numa posição de relevo, frente aos demais candidatos. É nisso que Miguel se nos apresenta como forte e quase imbatível. Isso ficará evidente, quando o jogo começar a ser jogado (na campanha, através da mídia, etc). Tem partido forte e com muito dinheiro, tem tempo de sobra no guia eleitoral, em serviço prestado e bem avaliado, tem grupo forte , além de ser jovem (31 anos) e leve, não tendo contra si, grandes índices de rejeição.

Tem, portanto, o pré-candidato sertanejo tudo para se apresenta muito forte. Antes, durante e depois das eleições. Sim, porque,uma vez eleito, não chegará em Brasília, a partir de janeiro de 2023 estigmatizado por ingênuas atitudes politiqueiras que só causam prejuízo a Pernambuco. Se não fizer gol contra, nesse game que se avizinha, Miguel irá ao segundo turno. Chegando lá… Será o próximo e mais jovem governador da história de Pernambuco. O tempo dirá.

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