NEM RAQUEL NEM ANDERSON FERREIRA. MATÉRIA DO BLOG REPERCUTE

- Como já era esperado, a matéria publicada, nesta quarta-feira (09), aqui no Blog Luís Machado, teve repercussão imediata, especialmente em Caruaru e Jaboatão dos Guararapes e não poderia ser diferente. Afinal, tecemos dados comparativos dos dois prefeitos dessas importantes cidades de Pernambuco, entre si (ambos se dizem pré-candidatos a governador do Estado), para, ao final, concluirmos que ambos farão voos de galinha: não irão a lugar nenhum, frente ao também pré-candidato Miguel Coelho. Isso, sem falar na poderosa máquina situacionista do PSB. E olhe que o pré-candidato Danilo Cabral, da Frente Popular nem é tão notável, assim. Mas, o que conta mesmo é o dinheiro. Isso, os socialistas têm às carradas!
Pois é. Virou moda, no Brasil, políticos fazerem discurso pra inglês ver. Para quem acompanha a cena política sabe que, em alguns casos, lançar candidatos em certos partidos é o que menos interessa aos seus caciques, especialmente quando a sigla partidária é de pequena ou média expressão, como é o caso do PL, de Anderson Ferreira. Anderson é presidente do partido, no Estado. O que ele pretende mesmo é eleger expressivas bancadas – federal e estadual – porque isso lhe daria munição para barganhar, junto ao Estado e à União, tudo o que lhes interessa e mais um pouco.
O que está dito acima, para Anderson, vale para a prefeita de Caruaru, pré-candidata Raquel Lyra (PSDB), especialmente quando se sabe que – quanto a esta -, seu pré-candidato à presidência da República, governador de São Paulo, João Dória, não decola.
A exemplo de Anderson, à Raquel (caso seu nome não decole, durante a campanha) só restará mostrar serviço (é a prefeita presidente do partido, no Estado), junto ao tucanato nacional, elegendo o maior número possível de deputados à Assembleia Legislativa e à Câmara dos Deputados. E diga-se de passagem que, isso ocorrerá até em legendas fortes, como é o caso do novato União Brasil, de Luciano Bivar e companhia. Falam em lançar candidatos a governador e presidente da República, mas o foco é apoiar Lula ou Bolsonaro. Pensam que Waldemar Costa Neto – presidente nacional do PL – quer eleger Bolsonaro? Não. Ele quer mesmo é eleger uma bancada expressiva, ao Congresso Nacional. Rodrigo Pacheco – presidente do Senado Federal – acaba de desistir da candidatura, corroborando bem o que estamos a dizer.
No plano nacional, não ensejar alternativas a Lula e a Bolsonaro é horroroso à democracia brasileira, na medida em que, por via oblíqua, se retira do eleitor politizado a chance de votar bem, visando oxigenar a política, com novos quadros que possam fazer a diferença. Até porque os que despontam até o presente, com maiores possibilidades de serem eleitos, o eleitorado já os conhece. Por certo, não trarão nada de novo, em prol da chamada nova política. E o que dizer, em se tratando de Anderson Ferreira e Raquel Lyra? A mesma lógica, no plano estadual.
Certamente que o leitor já se pergunta: Então, quem pode e deverá está na dianteira? Bem, a continuar o cenário como está, não há dúvida que, no decorrer da campanha se verá que, o melhor para Pernambuco é o jovem prefeito de Petrolina, Miguel Coelho. Por ser uma jovem revelação administrativa. Queiram ou não, é Miguel destaque nacional, segundo observadores do mundo político e da mídia especializada em aferição da qualidade de vida, em geral, nas cidades de porte médio do Brasil, a exemplo da Revista Exame, por exemplo. Só esconde essa realidade, quem é bem pago para falar bem de Anderson Ferreira e Raquel Lyra.
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