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BLOG LUÍS MACHADO – Quinta-feira, 20.01.2022

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PREFEITA DE IPOJUCA mede forças com a Câmara, brincando com fogo

Prefeita Célia Sales perde apoio de vereadores do próprio partido e conta apenas com quatro governistas na Câmara Municipal de Ipojuca
Vereador Deoclécio Lira é o novo presidente da Câmara – Câmara Municipal do  Ipojuca
  • Primeiro nocaute sofrido pela Prefeita Célia Sales (PTB), se deu, quando a Justiça negou Mandado de Segurança, impetrado por 06 (seis) vereadores da base governista, quando o necessário seria 09 (nove – 2/3) – mas, apesar disso a prefeita sancionou a Lei Orçamentária Anual com a inclusão de dois artigos vitais às pretensões dela, o que levou o presidente da Câmara Municipal, Deoclécio Lira (PSD), a apresentar notícia-crime à Procuradoria Geral do Estado, Tribunal de Contas de Pernambuco e outros órgãos de controle, comunicando “possível correção de crime de responsabilidade por parte da chefe do Poder Executivo de Ipojuca”.

Os citados artigos – 10 e 11 consistem em possibilitar a que a Prefeita realizasse remanejamento de recurso de até 20% da despesa geral por meio de decretos que gerem créditos suplementares, além da abertura do mesmo percentual de créditos adicionais em outras áreas, que se aproximaria dos 80%. Com a redação final aprovada pelo plenário da Câmara, a prefeita Célia Sales terá de encaminhar qualquer pedido de crédito à Casa legislativa via projeto de lei, com o que não concorda a prefeita.

Nocauteada no segundo round (i.e. segunda vez seguida), com a perda de dois vereadores de sua base que, por tabela, engrossaram as fileiras da oposição. São eles, Washington Antônio e Irmão Genival. Com isso, a prefeita conta hoje com apenas 04 (quatro) dos 13 parlamentares da Casa Legislativa.

O que parecia ser apenas uma “quebra de braço” admissível, entre Executivo e Legislativo, tornou-se um pandemônio, capaz de tornar a situação insustentável, no Município, já que, para “dá o troco”, exonerou a prefeita nada menos que treze (13) cargos comissionados indicados por cada vereador. Isso para desestruturar os parlamentares, junto a seus apoiadores mais próximos. Resultado: O tiro parece ter saído pela culatra!

Com isso, o impasse está criado, suscitando mágoa do Parlamento que, na legislatura passada aprovou mais de R$ 1 bilhão em favor da Administração municipal que, apesar de turbinada com tanto dinheiro, trata os vereadores no estilo “mão na cara e pé no bucho”, num desastroso ato de descontrole, o que poderá render à prefeita, num futuro próximo, sua cassação ou impeachment.

Só para lembrar que, o impeachment é instrumento legítimo da democracia, sendo regulado pelo Decreto-Lei nº 201/1967, voltado a apurar infrações político-administrativas, cuja competência para processamento e julgamento é da Câmara de Vereadores. Como instrumento de controle da responsabilidade político-administrativa do Chefe do Executivo Municipal.

Em Ipojuca, vereadores deixam base da prefeita e reforçam oposição
Bancada de Oposição em Ipojuca-PE
  • Como não há nada tão ruim que não possa piorar, pasmem! Segundo uma fonte, para intimidar os parlamentares, esta semana, colocou a prefeita cerca de 250 pessoas dentro e na frente da Câmara, para intimidar os vereadores, numa clara demonstração de confronto, o que deverá obrigar o presidente da Casa, Deoclécio Lira (PSD) a pedir reforço policial, para segurança dos vereadores bem como dos que lá comparecerem nas próximas votações.

Além de toda a confusão ocasionada pela falta de jogo de cintura, o que se pergunta é: Aonde a gestão municipal da prefeita está colocando tanto dinheiro que aos cofres do Município chegam, tais como FPM, Emendas parlamentares (só os deputados federais Ricardo Teobaldo, Silvio Costa Filho e outros levaram pra lá uma montanha de dinheiro) e outros, quando faltam investimentos e benfeitorias no Município? Ano passado, só para a Educação foram destinados R$ 300 milhões, mas o que se vê, são escolas sucateadas de fazer vergonha, naquela que é a segunda maior arrecadação de todo o Estado.

Vereador Abel solicita requalificação da Quadra Poliesportiva de Serrambi –  Câmara Municipal do Ipojuca
Vereador Irmão Abel
  • Procurado pela editoria do Blog Luís Machado, disse o vereador Irmão Abel (MDB): “Só temos a lamentar essas atitudes da prefeita Célia Sales. Não queremos confronto. Mas temos obrigação moral, junto aos nossos eleitores, de fiscalizar e zelar pelo bem comum de nossa Ipojuca. Foi para isso que votaram na gente. Esperamos que a prefeita repense a forma de lidar com a Câmara, a bem do povo daqui, de Ipojuca”.

O que todos, na Cidade questionam é: Como é que, logo num momento em que a prefeita precisa renovar o mandato do filho deputado estadual Romero Sales Filho (PTB), ao invés de somar, faz é subtrair? Algo de muito estranho ocorre na cabeça da gestora do Ipojuca. Seria um caso de insanidade mental?

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Comento, argumento. Só não invento!

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