REDE SOCIAL CENSURA “GLÓRIA A DEUS”, tachando a frase de “discurso de ódio”

- Dezenas de usuários denunciaram o fato nesta semana e o comprovaram com imagens. Para quem ainda tinha dúvida de que, de fato, vivemos sob o império do mal, leia o que segue:
imagens
Uma rede social censura “Glória a Deus” tachando esta frase como “discurso de ódio”, segundo denúncias de uma usuária da própria rede, Isa Deschamps, confirmada por dezenas de outros usuários que postaram a mesma frase e obtiveram como retorno a mesma mensagem de alerta:
“É possível que este comentário não siga nossos Padrões da Comunidade. Seu comentário está no Facebook, mas é similar a outros comentários removidos por não seguirem os nossos padrões sobre discurso de ódio”.
Trata-se do Facebook. A rede apresenta em seguida a opção de excluir o comentário ou ignorar a mensagem.
Isa Deschamps divulgou uma captura de tela em que apresenta esse alerta. Ela comentou:
“Novas do Foicebook: Não podemos comentar: ‘Glória a Deus! Aleluia!’ Tentem escrever esta expressão aqui nos comentários para ver se acontece com vcs também”.
Foi quando muitos outros internautas confirmaram o fato, publicando eles próprias as suas capturas de tela para demonstrar a censura.
Um deles foi o pe. Allan Victor Almeida Marandola, que declarou:
“Eu fiz o teste, e é verdade! Uma verdade satânica!”.
Rede social censura “Glória a Deus”

- Não se trata do primeiro caso de censura anticristã cometida pela rede social de Mark Zuckerberg.
Em 2017, o Facebook simplesmente baniu dezenas de páginas católicas, entre as quais a brasileira “Papa Francisco – Amigos e Amigas”, parceira de Aleteia.

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Em 2018, o Facebook censurou uma imagem que representava o Papai Noel ajoelhado perante o Menino Jesus, classificando-a, absurdamente, como “violenta ou explícita”. A rede social só voltou a exibir a imagem depois que a denúncia de censura viralizou na internet.

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Em abril de 2021, o Facebook censurou a imagem de sacerdotes usando batina alegando tratar-se de “conteúdo sensível” que poderia “incomodar algumas pessoas”.

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Comento, argumento. Só não invento!




