Onda Marília já causa estragos. Tanto na oposição, quanto na situação
- Basta olhar o que ocorreu nas últimas horas, desta quinta-feira (31.03.2022). O primeiro de ontem, foi o prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia, e seu irmão, o deputado estadual Gustavo Gouveia. Depois, o ex-prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio, e no início da noite o ex-prefeito do Cabo, Lula Cabral. O que se diz é que o prefeito de Olinda, Professor Lupércio, já estaria com um pé no palanque da neta de Arraes.
É que na “Onda Marília” e, sabedores de que o pré-candidato do Palácio dificilmente decolará, a enxurrada de adesões tende a ser enorme nas próximas duas semanas. Umas, vindo do palanque do Governo e outras dos próprios pré-candidatos oposicionistas. Já estão mudando, para onde o vento tende a soprar com mais força.
Daquele trio (Raquel, Miguel e Anderson) sonhador em arrebatar a cadeira de governador, das mãos do PSB, quem não correr para compor a chapa majoritária com a ex-petista, corre o risco de ficar chupando o dedo. Vai ter que se contentar em aderir à ela, num eventual segundo turno. Se houver segundo turno!
Se a palavra solidariedade não for apenas nome de partido (do partido de Marília Arraes), muitos se tornarão solidários, nesse quase eloquente grito de mudança por ares novos. Ares novos podem significar que, pela primeira vez uma mulher possa governar Pernambuco, numa espécie de “vitimização” de quem foi “massacrada tanto pelo PT quanto pelo PSB, em Pernambuco.
É o que temos dito e repetido, por aqui: Tudo está conspirando em favor de quem seja qualificado contra os ainda “donos” de Pernambuco, nos últimos 16 anos. Ninguém (entre os pré-candidatos) é mais contrário a PT/PSB, do que Marília. Ninguém!
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