VEREADOR E SECRETÁRIO PROTAGONIZAM CENAS DE VIOLÊNCIA, NA PREFEITURA DO JABOATÃO DOS GUARARAPES

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A tragédia das chuvas tem, de alguma forma, mexido com a vida de todos e em Jaboatão dos Guararapes não seria diferente. Só que há situações que fogem à razoável compreensão, especialmente quando se trata de cenas de violência, protagonizadas por ninguém menos que um dos principais auxiliares do prefeito e um vereador do Município, há poucos metros do Gabinete do Prefeito.
Tentaram abafar o caso que no entanto vazou, tendo o Blog Luís Machado apurado que, na última quinta-feira. no afã de tentar solucionar pendências relacionadas a comunidades vítimas das cheias, dirigiu-se o vereador Eneias Marcelo Firmino da Silva (PSC) conhecido apenas como ENEIAS, ao Centro Administrativo do Município e lá, diante da insistência em ser atendido por quem pudesse solucionar a situação, acabou se deparando com um Secretário Executivo, cujo nome não nos foi revelado, (este seria esposo da também Secretária Executiva de nome Mariana, que por sua vez é irmã do prefeito. Lá, Eneias acabou sendo tratado com hostilidade pelo citado secretário e o resultado é que envolveram-se os dois em luta corporal, causando o maior reboliço nas dependências do referido complexo administrativo municipal.
Diante de tal cenário, não foi difícil para que um dos coronéis da reserva – lá tem alguns deles – ocupante de cargo no alto escalão chamasse quatro viaturas da Polícia Militar, para conduzir o vereador devidamente algemado, até o Distrito Policial mais próximo. Como nesses momentos chegam logo os do “deixa disso”, acalmaram-se, aparentemente os ânimos e o vereador não foi conduzido. Isso ensejou desabafo de Eneias que, da tribuna manifestou-se emocionado nesta segunda-feira, no plenário da Câmara.
Conversando com um parlamentar da Casa, nos foi dito, em reserva, que, o clima entre a atual gestão municipal e a Câmara é o pior possível. Para se ter uma ideia, proibiu o prefeito Luiz Medeiros, atendimento a vereadores e com isso, se o clima já era de um certo confronto – desde a gestão de Anderson Ferreira -, agora azedou de vez, embora quase ninguém queira falar sobre o assunto. Medeiros é tido como intransigente e fechado. Não trata os vereadores condignamente. Ora, como atualmente todas as Secretarias funcionam no mesmo lugar, fica difícil não bater de cara com o prefeito, em algum momento, pelos corredores do Complexo Administrativo. Só que, mesmo quando se vê o chefe do Executivo, não pensem que vai poder falar com ele. O que se diz é que mudou radicalmente o comportamento de quando era vice-prefeito, frustrando, assim, as expectativas dos que imaginavam ser ele um gestor aberto ao diálogo e de fácil acesso.
Sabe-se que, há algumas semanas uma dúzia de parlamentares da base do governo expressou publicamente apoio ao deputado federal André de Paula (PSD), para o Senado, ao invés do candidato do Governo municipal Gilson Machado, que faz chapa com Anderson Ferreira, o qual renunciou para ser candidato a governador. Seria isso motivo para o prefeito passar a tratar a Câmara dessa forma? Ora, isso só traz desvantagem a Anderson. Uma coisa é certa: Se hoje o clima por lá é assim, imaginem como será após as eleições! Luiz Medeiros é tido como arrogante e sem jogo de cintura. Esquece ou ainda não sabe que, em casos como estes, brigar com a Câmara tem nome e sobrenome: Impeachmant, o que, diga-se de passagem está fora de cogitação, pelo menos neste momento. É que o presidente da Casa é Adeildo da Igreja, pré-candidato a deputado estadual, “apoiado pela máquina e foge desse assunto, como o Diabo foge da cruz, por motivos óbvios.
Ora, isso é estranho para quem chegou ao poder “pela janela”. Era vice-prefeito e agora só está prefeito em virtude da renúncia do então titular que, como dito, renunciou para tentar voos mais altos. Medeiros é no mínimo muito estranho, por não tentar implementar a marca de sua administração. Não basta posar de pró-ativo nas redes sociais, quando na realidade lá dentro o circo pega fogo. Não está ele, sabendo plantar para colher depois, na avaliação de observadores de uma gestão que ainda não disse a que veio.
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