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BLOG LUÍS MACHADO. Um Centrão na Alepe. Sexta-feira, 03-03-2023

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Deputados estaduais “independentes” nesta legislatura poderão enquadrar Raquel Lyra

Plenário da Alepe.
  • Não se sabe se por temperamento forte ou se por precipitação, mas o fato é que, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB) iniciou sua gestão, com um “modus operandi” nada convencional, para os padrões brasileiros (nomeando prioritariamente técnicos, com olhar enviesado aos políticos) e como tal, não esperado pelos 49 parlamentares, eleitos ano passado o que, somado a outros desdobramentos, poderão suscitar muitos calos no sapato dela..

Não só, mas também por isso, eis que surge uma novidade que, apesar de bem conhecida no Congresso Nacional, pelo menos em Pernambuco não se cogitava fosse surgir. Poderá render à Raquel, tormentosa dor de cabeça, quando de votações do interesse dela que, diga-se de passagem elegeu apenas três deputados. Estamos falando de um grupo de parlamentares que, não são da base governista mas não empunham bandeira de oposição. Autodenominam-se “independentes”.

Verdade é que, apesar da governadora já contabilizar 12 deputados – segundo o líder governista, deputado Izaías Régis (PSDB) – isso é pouco, para um universo de 49. Mesmo considerando que, na oposição (PSB por exemplo) há parlamentares que devem desobedecê-lo, ainda assim o Governo precisa de muita saliva para convencer os “independentes”.

Só que já existem setores magoados com Raquel Lyra, acusada de ter jogado pesado, quando interferiu na eleição desta quarta-feira (01-03-2023), para colocar seus tentáculos nas Comissões – de Constituição e Justiça, de Finanças e Administração pública – através dos deputados Antônio Moraes, Joaquim Lira e Débora Almeida, respectivamente.

Há, por via de consequência, uma pergunta: O que pretendem os independentes? O que se pergunta também é se (considerando ser uma novidade) o Regimento Interno da Alepe preconizaria a existência dessa nova rubrica “representativa” se é que já se pode usar este termo?

Já haveria previsão normativa para existência do referido bloco independente, contendo inclusive similitude deste com os demais – líder do governo e líder da oposição – com status de líder dos independentes? Uma coisa é certa: Havendo nada disso, evidenciado está que, os tais independentes querem mesmo é trabalhar à lá Centrão.

Leia-se: Querem mesmo é votar a favor (ou não) as pautas do Palácio do Campos das Princesas, na base do “toma lá, dá cá”, trazendo da sala de espera para o quarto de dormir, toda a formatação do que há de mais antirrepublicano, capaz de roubar o sono de Lyra, em manifesto pesadelo. Esse filme a gente já conhece.

Mas não custa nada lembrar que, ‘quem com o ferro fere, por ele será ferido”. Raquel vai lembrar que, se ao Executivo é bom ter o Parlamento a seus pés, uma hora vai chegar em que estes mesmos pés tropeçarão em alguma pedra angular, sem aviso prévio. Será a Lei universal do retorno, em execução.

Não haveria menos risco de fadiga, se a governadora tivesse iniciado seu Governo, sem querer tripudiar sobre o Parlamento? Não é que tenha feito algo errado. Só que, em política, neste País o errado é certo e o certo é errado. Afinal, Raquel governa um Estado, no Brasil e não um cantão da Suíça.

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