Eduardo Mendes Valença recebeu a honraria, nesta quarta-feira, no Plenário da Câmara de Vereadores do Jaboatão.

- Quando dizemos que Jaboatão dos Guararapes é uma cidade “sui generis”dosGuararapes é uma cidade “sui generis” é porque existem coisas não muito comuns às demais. O que vai o leitor do Blog lê agora, dá bem uma dimensão da referida assertiva.
Apesar de uma população superior a 700 mil habitantes, por algumas circunstâncias, A vida orgânica da cidade não é muito diferente de uma cidade menor do interior do Estado. Isso se reflete, por exemplo, quando se fala a respeito de pessoas que, apesar de se destacarem muito, são muito pouco conhecidas ou pouco reverenciadas em sua terra natal.
O raciocínio acima faz um link (uma ligação) entre o que dissemos, ao ato público e oficial ocorrido nesta quarta-feira (01-03-2023), na Câmara de Vereadores do Jaboatão, no qual o judoca Eduardo Mendes recebeu mais que merecida moção de aplausos, por seus feitos exitosos como esportista no Judô, uma iniciativa muito oportuna e merecedora de louvor, do vereador Belarmino Sousa que, através do requerimento 872/2022, recebera a devida aprovação da Casa.

- Para se ter ideia do tamanho de Eduardo Valença, basta dizer que o ex-atleta de 49 anos e fundador da entidade Comissão de Grau de Pernambuco é filho da cidade e iniciou no judô, em 1978, no Colégio Pequeno Príncipe, com o Sensei Manoel Costa (Maninho), onde participou do projeto social Caminhando com o Judô, até seus 12 anos.
Consagrado hexacampeão Norte/Nordeste; Decampeão pernambucano; Octacampeão dos jogos escolares individual e por equipe. Em 1990 tornou-se faixa preta. No mesmo ano foi consagrado campeão brasileiro.
- campeão Open de Nova Iorque, para em 2.000 fundar o Centro de Ensino Especializado de Pernambuco (CEEP). Mais tarde, em 2018 fundou a Associação Nakamura de Judô (ANJ), onde atualmente tem um projeto que atende 60 crianças (Nakamura fazendo Campeões para a Vida). Em 2019 foi campeão brasileiro, na Arena Pernambuco.
Após o período da covid-19, retornou em 2022 para ser consagrado campeão pernambucano, brasileiro e pan-americano de Judô.

- Curioso é que, apesar de ostentar um currículo tão vasto, não se vê o referido judoca na mídia, na qual pudesse expressar sua empatia com a terra natal. Talvez isso se deva à falta de políticas públicas voltadas para o esporte, como um todo. A histórica falta de visibilidade dos talentos jaboatonenses é de fazer pena. Falta gestão que, junto à iniciativa privada invista nos talentos da terra. Fosse assim, o nome da cidade seria muito forte lá fora, a exemplo de outras cidades de todo o Brasil.
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