É como se fosse normal, tolerar a escalada de tanta violência

- Quando já se perdeu a capacidade de indignar-se contra a escalada de tanta violência e pensa que já não há mais jeito, então é aí que se chegou literalmente ao fundo do poço e a pergunta é inevitável: Não há mais nada a fazer?
Bem, se não dá para deixar a pergunta sem resposta, então a resposta é NÃO.Não há mais nada a fazer, para ser honesto e sincero, vez que os métodos de resolução do flagelo da violência estão equivocados e sem o menor sentido. Começando pelo modelo de educação das novas gerações, o qual foi implantado para não dá certo.
É inacreditável que, em nome dos “tempos modernos” tenha um professor que “aprovar” um aluno, ainda que esteja este sem a menor condição para tal. Mais louco e absurdo ainda é o fato de que não possa um professor chamar atenção de um aluno com energia, já que isso ensejaria “constrangimento do aprendiz”.
Mas a situação é mais complexa do que se pode imaginar. O que se pode esperar, por exemplo, de um adolescente que, ao manusear seu aparelho celular, depara-se com a notícia de que um ministro do Supremo Tribunal Federal anulou, por completo, anulou um inquérito policial promovido contra um dos bandidos mais perigosos do País, sob alegação de que teria havido vícios processuais insanáveis?
E o que dizer de um juiz de direito, de um desembargador ou de um secretário estadual de Direitos Humanos que, sem controle emocional agridem covardemente suas companheiras? O que dizer de um político que, mesmo diante das irrefutáveis evidências da prática do mal feito, ainda assim consegue punições brandas e às vezes nem isso?
Não há mais jeito nem o que fazer, malgrado os alarmantes índices de infrações praticadas, nas cidades e no campo. A menos que recomeçássemos tudo de novo, onde o princípio da autoridade, disciplina e hierarquia voltassem a ser implementados nas escolas e na vida do cidadão brasileiro. Como já sei que a hipocrisia dos “experts” de plantão, não deixaria, então a escalada de violência vai continuar causando dor e revolta, para o infortúnio de todos.
*Comento, argumento. Só não invento!
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