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CÂMARA DE VEREADORES DE JABOATÃO: CAPACHO DO PREFEITO

TCE manda Câmara de Jaboatão fazer concurso para 270 servidores

Para pensadores da atualidade, é preciso repensar a velha Teoria dos Três Poderes, diante realidade atual, em que o viés ideológico tem ditado a agenda do noticiário nacional, ante à falta de observância das atribuições e competências de cada Poder, nas esferas municipal, estadual e federal. É absurda e monstruosa a realidade, quando se confronta a teoria com a prática , merecendo especialíssimo destaque, o papel dos Vereadores. Quanto menor o Município, maior é a dependência dos legisladores, junto a Prefeitos que, manipulando estes os atos daqueles, causam enormes prejuízos à população que os elegeu para fiscalizar e legislar em favor do povo e não do gestor municipal.

Segundo revelou o pré-candidato a prefeito, Daniel Alves (MDB) a este Blog do Machado, dos 27 Vereadores, apenas 8 fazem oposição; não “comem na mão” do Prefeito, como pejorativamente se diz. Acabam sendo lamentáveis os relatos de subserviência de tais políticos da base governista, haja vista que, mesmo tendo o apoio de 19 deles, apenas 04 (quatro) Vereadores têm algum prestígio, junto ao prefeito Anderson Ferreira (PR). Truculento e esnobe são apenas dois adjetivos utilizados pra exprimir o comportamento do Prefeito em relação aos Vereadores. A relação é de patrão/empregado, na pior acepção do termo e isso, segundo um ex-vereador do Município, foi “inaugurado” na Gestão Elias Gomes.

Mas o que levaria um Vereador a dobrar-se aos caprichos de um prefeito que, em tese, necessita deles para bem governar? A resposta é simples: Cargos. Cada Vereador, além dos assessores assegurados por lei, se apoiar o Prefeito, barganha outra leva de cargos comissionados, desta vez, na Prefeitura, para aquinhoar seus cabos eleitorais. Ou seja, cargos são moeda de troca, na Prefeitura de Jaboatão e “quem não rezar na cartilha de Anderson Ferreira, está fora”.

Comenta-se nos bastidores do poder, em Jaboatão que, Anderson e seu irmão, André Ferreira se revezam estrategicamente nessas questões. O Prefeito age com “mão de ferro”, em questões de cargo e o irmão-deputado “alivia”, passando a imagem de que André é que, de fato, manda na Prefeitura. Anderson encaminha pra André cuidar acerca de pautas inconvenientes. Como este está em Brasília, fica o Vereador chupando o dedo, já que o Prefeito passou a bola ao deputado que, por perto nunca está. Este é o cenário. A pergunta que se faz é: Se assim age o prefeito agora, imagine se reeleito for?

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