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DELEGADA PATRÍCIA DOMINGOS É UM FENÔMENO OU UM FANTOCHE?

Opinião – Entrada de Patrícia Domingos no jogo cria instabilidade na  oposição – Dimas Santos.com.br
Presidente do Podemos, deputado Ricardo Teobaldo e delegada Patrícia Domingos.

Nem bem se desmontou o palanque das eleições municipais do Recife e já se comenta nos bastidores da cena política pernambucana que, dentre outras movimentações sobressai-se a situação envolvendo a delegada Patrícia Domingos (Pode), candidata a prefeita do Recife e o presidente do partido dela, deputado federal Ricardo Teobaldo.

É que, apesar de o Podemos – através daquela que despontava como surpresa na política local, delegada Patrícia -, ter figurado entre as principais legendas de Oposição ao candidato do atual Governo municipal, João Campos (PSB), vitorioso no aludido pleito, passados menos de três semanas, teria Teobaldo ido beijar a mão do governador Paulo Câmara, com vistas à composição de forças, rumo a 2022, de olho na sucessão do chefe do Executivo estadual e, obviamente, na reeleição de Teobaldo, que preside o Partido, no Estado. Até aí, nada de extraordinário e quem acompanha o “modus operandi” dos atores da referida cena, sabe que, em princípio isso seria considerado “normal”, não fosse um pequeno detalhe.

É que, em se concretizando o desembarque do Podemos de Ricardo Teobaldo no barco do PSB e, considerando a postura intransigente da delegada em se apresentar visceralmente contra os socialistas, se jogaria também ela, no colo de João Campos, Geraldo Júlio e Paulo Câmara ou deixará o Partido em busca de voo que possa levá-la à possível aterrissagem na Câmara dos Deputados? A pergunta é pertinente. Afinal, foi graças às perseguições feitas a ela pelo governador, que Patrícia nasceu e cresceu e com ele não se bica, por razões óbvias. Sem falar que, ainda ressoa forte a frase dita pela ex-candidata que, junto a setores da direita tornou-se um quase mantra: “PT e PSB não terão meu apoio, nem hoje nem nunca”.

Verdade é que, numa “conjectura bem realista”, podemos, sim, instigar a delegada Patrícia Domingos a escolher o caminho a trilhar e que seja o menos perigoso. Sua postura poderá lhe dá ou não, sobrevida na política, mostrando se de fato teria se tornado um quase fenômeno ou se ela se tornará um fantoche do Podemos. Será? O tempo dirá.

Comento, argumento. Só não invento!

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