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Eduardo Moura poderá surpreender com reflexos nas campanhas de Raquel e João

Eduardo Moura poderá surpreender com reflexos nas campanhas de Raquel e João

Eduardo Moura poderá surpreender com reflexos nas campanhas de Raquel e João

Eduardo Moura poderá surpreender com reflexos nas campanhas de Raquel e João

Órfãos de outras opções, nas próximas eleições de outubro, os eleitores dispostos a não votarem em nenhum dos dois principais candidatos para o Governo do Estado – João Campos e Raquel Lyra – poderão protagonizar o fator surpresa, votando no que poderá ser uma espécie de terceira via, que é o vereador do Recife, Eduardo Moura, do partido Novo.

Enquanto a Esquerda lavou as mãos, em Pernambuco, omitindo-se em não lançar candidatura própria para governador, o eleitorado chamado de independente não vai querer servir de “bucha de canhão”, para João e Raquel. Vai votar em qualquer nome fora da “polarização” pernambucana, que por sua vez deverá compor um único palanque para Luiz Inácio Lula da Silva.

Era a chance dos partidos conservadores lançarem um candidato para governador, o que, num cenário menos otimista, suscitaria a eleição de uma expressiva bancada, para os legislativos estadual e federal. Mas, não. Os caciques autointitulados de conservadores cruzaram os braços, apostando na eleição apenas de deputados para a Assembleia Legislativa do Estado e Câmara dos Deputados.

Nesse cenário, quem poderá se dá bem é o Partido Novo que, além de apostar na candidatura de Moura, para governador, já tem o deputado Renato Antunes em seus quadros e deverá aumentar eleger uma bancada, na Alepe, além de eleger representante, na Câmara dos Deputados.

Mas, em suma e na prática, o que representa mesmo a candidatura de Eduardo Moura? Representa a votação considerável no candidato do Novo, retirando, por tabela, eleitores da candidata Raquel Lyra e representa também a eleição de parlamentares conservadores, apoiadores de Moura.

Traduzindo: dos partidos de direita, só o Novo, de Eduardo Moura deverá se dá bem. Os outros terão representação minguada. Exatamente por não terem trabalhado na formação de chapa majoritária robusta, para governador. Ao invés disso, meteram as mãos pelos pés, na medida em que estão dividindo a direita e o resultado disso tende a não ser dos melhores, quando abrirem-se as urnas.

Moura vai se dá bem, porque baterá impiedosamente, em João Campos, a exemplo do que vem fazendo ao longo do mandato, bem como apontará erros e fragilidades de Raquel Lyra. Isso deverá trazer algum desequilíbrio nas campanhas, com consequentes reflexos nas votações dos dois principais oponentes.

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