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Em política, “o novo” pode ser velho e o velho pode ser novo

Polícia prende ex-presidente da Câmara Municipal de Paulista e ...

Nossa reflexão se justifica pelo fato de que, em épocas de campanha eleitoral é recorrente vê que, para conquistar o voto do eleitor, usa-se velhos chavões do tipo “forasteiro”, “o novo”, “a velha política”, dentre outros. Como é sabido, novato na política pode ser bom ou ruim. Bom porque oxigena e dá esperança na alternância de poder ou de representatividade. Ruim, porque corre-se o risco de eleger alguém tão ruim quanto aquele que se queria ver fora da política.

Mas, o que fazer, para livrar-se dos maus “representantes do povo” se a mídia tem sido operosa em mostrar denúncias, processos e prisões de políticos novos e velhos que, em campanha apresentavam-se “bonzinhos” e quase perfeitos mas que, após eleitos, parecem outros? A resposta não é tão simples, assim.

Bem, verdade é que, o processo já começa viciado, a partir da legislação eleitoral que, feita em benefício dos maus políticos, lhes abre portas para que não tenhamos um processo eleitoral sério, justo e decente. Não leva em conta a importância do papel do representante do povo. É vergonhoso e ultrajante ver, por exemplo, Prefeitos e Governadores, em pleno exercício serem presos, por denúncias de superfaturamentos e desvios de verbas. Basta recordar a prisão do Prefeito de Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife? O que dizer da recente prisão do prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral (PSB) que, por mais de 06 (seis) meses esteve no COTEL e de lá saiu pra casa, com tornozeleira eletrônica e, pasmem, apesar disso, é candidato à reeleição?! Na própria Capital, a situação não é diferente, já que o Tribunal de Contas, Ministério Público e Polícias Civil e Federal parece não darem conta de tantas “visitas” com busca e apreensão de computadores e celulares. Ocorreu há menos de 60 dias, em face do Secretário de Saúde da Prefeitura do Recife, para vergonha e desgosto do recifense.

Pena que a mídia e a sociedade civil organizada não priorizem essa temática e aproveitem esse período de campanha eleitoral para conscientizar a parte despolitizada da população, acerca dos maus políticos, bem como dos maus eleitores. Ate porque, se há maus políticos, é porque há maus eleitores. Como é sabido, “voto não tem preço, tem consequência”. Fica a dica e que não nos esqueçamos que, em política, “o novo” pode ser velho e o velho pode ser novo.Fica a dica!

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Rapidíssimas

  • A exemplo de Jaboatão dos Guararapes, a temperatura da campanha eleitoral, no Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife, promete esquentar. A considerar o Boletim de Ocorrência, feito pelo ex-prefeito e pré-candidato Elias Gomes (MDB), contra o concorrente Delegado Antônio Resende (Podemos) e apoiadores, não há dúvida que assim será. Afinal, são 40 anos de revezamento, no poder, dos Grupos Elias/Lula. Será uma das campanhas mais acirradas do Cabo. É… Pelo visto, o Delegado (que segundo pesquisa estaria à frente de Elias e Lula Cabral) está mesmo incomodando!
  • Rola à boca miúda entre blogueiros que, no Palácio da Batalha (sede do Governo Municipal de Jaboatão), a ordem é não responder às denúncias feitas contra o prefeito Anderson Ferreira (PL), a exemplo do que tem publicado este Blog, durante a semana. Segundo informações de fontes seguras, já que as denúncias contra ele vem do TCE, MP e Polícia Federal, melhor é não dá munição aos adversários, nestes tempos de pré-campanha eleitoral. Estratégia ou auto-suficiência?
  • Ainda Anderson Ferreira – Está circulando, na internet, vídeo do ex-prefeito, Elias Gomes (MDB), no qual ele acusa o atual Prefeito, de está mentindo, a respeito dos prêmios internacionais – Excelência de gestão do serviço público e Prepara. Diz Elias que, a premiação é na verdade, fruto da competência de uma equipe que debruçou-se sobre um projeto de melhoria social a pessoas carentes e que só agora veio o reconhecimento por parte da Organização das Nações Unidas (ONU), ao Município de Jaboatão. De fato, ficou muito feio, na fita, para Anderson que no mínimo deveria ter compartilhado o bônus de tão valiosa comenda, cedida a pouquíssimas administrações, ao redor do Planeta. Para se ter ideia, no Brasil, Jaboatão foi a única administração agraciada.
  • A pergunta que se está a fazer é: Até quando os do contra irão achar que não há, da parte do Governo Bolsonaro, um nome sequer, que tenha condições de ser ministro da Educação? Pergunta ingênua. Até porque, pelo visto, se fosse possível nomear um Arcanjo, para o MEC, ainda assim, seria ele desqualificado. Eita, láaa!

WhatsApp.: 9 8732.5244.

Eu escrevo e argumento. Só não aumento.

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