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EX-SENADOR ARMANDO MONTEIRO FICOU SEM PARTIDO E SEM JUÍZO?

Ex-senador Armando Monteiro testa positivo para coronavírus | Política:  Diario de Pernambuco

Liderança política e empresarial inconteste, o ex-senador Armando Monteiro Neto foi capa de matéria veiculada neste Blog Luís Machado, em dezembro passado, cuja manchete foi “ARMANDO MONTEIRO, OSTRACISMO À VISTA”. E não por acaso, voltamos a falar daquele que no passado não muito distante, esteve no centro do poder e agora, malgrado está sem mandato, não deixa de ser notícia.

Deputado Federal por três mandatos , Senador da República e Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no segundo mandato de Dilma Rousselff, Armando Monteiro disputou o Governo do Estado, perdendo para o atual governador Paulo Câmara. Até aí, tudo certo, vez que, em política isso tudo é da mais perfeita normalidade. Aliás, seria, não fosse um pequeno-grande detalhe.

É que o líder pernambucano – por conta dos assédios de legendas interessadas em tê-lo em seus quadros -, teria dito que deverá entrar num partido que não esteja alinhado em Pernambuco com o PSB e a nível nacional, com o presidente Jair Bosonaro. Talvez por isso, haja especulações em torno de sua ida para o PSDB, partido pelo qual, aliás, entrou na política, na década de 1990 e, daí, a manchete instigante, se estaria ele sem juízo, além de está sem partido.

Ora, convenhamos! Se considerarmos que ainda estamos a dois anos do pleito de 2022 e que muita água rolará, é prematuro que Armando condicione sua filiação a esses parâmetros. Afinal, os tucanos não conseguem decolar em Pernambuco. Primeiro isso. Segundo, o que lhe garantiria êxito numa legenda que rema contra as marés bolsonariana e socialista? Como se vê, seu discurso está mais para quem preside um partido. Não é próprio de quem queira submeter-se mais uma vez ao crivo das urnas, nas próximas eleições. Até porque, pelo andar da carruagem, só resta ao mesmo tentar voltar à Câmara dos Deputados, já que num plano majoritário o cenário lhe é sobremaneira desfavorável e por razões óbvias.

Espelho para isso não lhe falta e bastaria olhar para o exemplo do senador Jarbas Vasconcelos, guardadas as devidas proporções, já que Jarbas havia sido governador por dois mandatos seguidos. Para este, foi teoricamente até mais difícil. Mas usou a cabeça e se deu bem, abrindo mão de certas convicções pessoais, para juntar-se ao ex-arquirrival Eduardo Campos. Bem, o fato é que Armando Monteiro é um quadro importante e não pode dá-se ao luxo de ficar sem partido e sem juízo!

Comento, argumento. Só não invento!

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