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Justiça desmotiva o trabalho da Polícia, em Pernambuco

Justiça desmotiva o trabalho da Polícia, em Pernambuco

Justiça desmotiva o trabalho da Polícia, em Pernambuco

Justiça desmotiva o trabalho da Polícia, em Pernambuco

Policia prende, Justiça solta em Pernambuco. Assim fica difícil motivar policiais para o trabalho e fazer paz nas ruas


É inquestionável: Imagens mostram o momento em que um homem puxa uma arma e aponta na direção do veículo em que estavam os policiais da Casa Militar que fazem a segurança da vice-governadora Priscila Krause.

Os agentes da lei reagem prontamente com disparos e o homem foge, sendo perseguido e preso em seguida. As imagens da prisão, porém, não aparecem nesse vídeo. As informações são do Blog da Noélia Brito, repercutida no Jornal O Poder.

Justiça abolicionista

É a nova moda desse Judiciário cada dia mais contestado, polêmico, pouco irmanado com os outros poderes, que deviam ser harmônicos.
A justiça resolveu relaxar a prisão em flagrante: “Relativamente ao autuado dos presentes autos tenho que a manutenção de sua segregação não se faz necessária, não revelando a documentação acostada aos autos qualquer risco a justificar sua segregação provisória, não se podendo inferir tão somente pela palavra da vítima ou pelos informes da polícia, ainda com a existência de contradição nas declarações constantes dos autos (da vítima com relação as declarações do autuado), ou ainda pelo auto de prisão tal circunstância, eis que as razões do decreto preventivo devem se reportar a situações específicas, que indiquem de forma objetiva o risco à efetividade do processo e/ou potenciais vítimas de reiteração criminosa, não se recomendando a manutenção da prisão com base em critérios subjetivos, impondo-se a comprovação de sua adequação
e necessidade em concreto, o que não restou evidenciado.”

Sinceramente

É uma interpretação muito larga da lei, nos limites da insanidade. Um sujeito armado, embora bem vestido, atirando contra veículos em plena via pública não representa um perigo efetivo para a segurança, justifica a máxima antiga, que se aplica a uma enorme minoria de magistrados, registre-se. “De cabeça de juiz e bunda de menino novo, espere de tudo”.

Os argumentos do juiz

Em depoimento, “o autuado mencionou ter sofrido violência policial. Alega ter
sido atingido pelos policiais nos pés, na mão e na perna por arma de fogo.
Alega que a violência ocorreu quando já se encontrava imobilizado”,razão pela qual o juiz determinou que a conduta dos policiais fosse investigada pela Corregedoria da SDS e pelo MPPE. É o fim do mundo. Vítimas se transformam em culpados. E culpados em vítimas.


Opinião de O Poder

Desse jeito, ninguém pode cobrar ação das polícias nem do Governo Raquel Lyra, que vem falhando na área mas esbarra com obstáculos desse tipo no seu caminho. Nenhuma ação do governo evitaria interpretação calamitosa como essa, que agride polícia, Executivo e a sociedade como um todo.
(José Nivaldo Junior, diretor-geral, assinando para não diluir responsabilidades).

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