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Mendonça rebate Liana Cirne e diz que é muito feio debater educação com base em mentiras

Mendonça rebate Liana Cirne e diz que é muito feio debater educação com base em mentiras

Mendonça rebate Liana Cirne e diz que é muito feio debater educação com base em mentiras

Mendonça rebate Liana Cirne e diz que é muito feio debater educação com base em mentiras

O deputado e ex-ministro da Educação, Mendonça Filho, rebateu as críticas da vereadora do Recife, Liana Cirne. “É muito feio uma vereadora do Recife falar de um tema tão relevante como Educação, com base em mentiras e de forma superficial. Se a vereadora se desse ao trabalho de ler sobre os indicadores da educação e de aprendizagem, ia ver que o velho ensino médio defendido por ela é uma tragédia humana. Muito além de divergência ideológica”, afirmou Mendonça, ressaltando que a “revolução silenciosa” na educação feita pelo PT, a qual a vereadora se refere, é, no mundo real, a da exclusão.

” Desafio a vereadora a ler os indicadores de aprendizagem e desempenho do ensino, inclusive o dos 13 anos do PT”, afirmou, destacando que no mundo real 40% dos jovens abandonam a escola no ensino médio, de cada 100 jovens que concluem o médio, só 7 tem domínio adequado de matemática e 30 de Português. O deputado diz que isso sim é exclusão.

Mendonça lembra que o orçamento da educação triplicou nos 13 anos do PT, enquanto o Ideb estagnou, a educação piorou e os indicadores de ensino foram desastrosos. “A vereadora fala de acesso à universidade, mas esquece que só 20% dos concluintes do ensino médio acessam o ensino superior. E os outros 80%? Sem acesso a formação técnica, ficam de fora do mercado ou são absorvidos em empregos com baixa remuneração ou pelo subemprego”, afirmou. Mendonça citando pesquisas como a da Unesco, que aponta que 86% dos jovens querem ter acesso ao ensino técnico.

Mendonça diz que a vereadora, como boa petista, devia, saber que foi o Governo Lula que quis discutir o projeto do ensino médio a toque de caixa. “O governo mandou o projeto em caráter de urgência. Tirou a urgência 45 dias depois, quando viu que ia peder no voto”. O deputado lamentou que o posicionamento da vereadora não tenha como foco o estudante, principalmente o jovem pobre da periferia. “Infelizmente, a vereadora faz a crítica pela crítica, sem qualquer compromisso em buscar soluções. Apenas para ficar de boa com os sindicatos e os companheiros de partido”, criticou.

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