
Morreu, na manhã dessa sexta-feira (13), no Hospital Memorial Star, no Recife, o médico Joaquim Branco, vítima de câncer no pâncreas, aos 77 anos. O velório vai ser realizado a partir das 8h deste sábado (14), no Cemitério Parque das Flores, onde será sepultado às 11h.
Considerado um dos maiores nomes em Pernambuco na cirurgia abdominal e oncológica, com especialização em gastoplastia, Joaquim Branco realizou cerca de 4 mil cirurgias ao longo da trajetória, sendo 3 mil apenas bariátricas — um feito que poucos médicos detêm no país.
Dr. Joaquim foi vice-presidente do Hospital de Câncer de Pernambuco, no Recife, nos anos 90, na gestão do cardiologista Otacílio Araújo na presidência da unidade. Nesse período, realizou a primeira cirurgia de vesícula por videolaparoscopia no Estado de Pernambuco.
Joaquim Branco deixou de atuar há cerca de quatro anos, quando, após ser diagnosticado com Alzheimer, fechou o consultório.
Ele também integrava o Rotary Club Recife, onde participava ativamente de ações sociais da organização. Joaquim Branco deixa a esposa, Rosaline, e os filhos Bruno, Leonardo e Cátia, que seguiu a carreira médica como infectologista.

Quem também faleceu nessa sexta-feira, de infarto fulminante, aos 80 anos – cujo velório, local e hora do sepultamento será no mesmo de Dr. Joaquim Branco – foi a conhecida jornalista Lêda Rivas.
Reconhecida pela trajetória no jornalismo pernambucano, Lêda construiu boa parte da sua história no Diario, onde trabalhou na editoria como editora de Viver e chefe do Departamento de Pesquisa do jornal.
Ao longo da carreira, entrevistou artistas e personalidades e acompanhou de perto a cena cultural do estado e do país. Também fará muita falta.
Nossas condolências aos familiares dos dois grandes pernambucanos.




