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Quando a matemática engessa o político e quem ganha é a politicagem

JÁ COMEÇARAM OS CONCHAVOS POLÍTICOS - CLÁUDIO ANDRÉ - O POETA

É preciso ser expert em política, para “manjar” as artimanhas e jogo de interesses, quando o assunto é “aliança” político-partidária, visando vencer eleições, conforme as circunstâncias de cada partido ou liderança. É que, na permuta ou compensação, vale tudo, ainda que, no meio de tudo isso, o fiel da balança seja o eleitor que, sequer se dá conta do que rola nos bastidores do poder.

Há quem diga que, em grande parte das disputas eleitorais já se sabe quem ganha e quem perde, haja vista que o “nó” é puramente matemático, cujos números variam ao sabor do peso eleitoral de cada liderança ou legenda. Como se não bastasse, a própria legislação eleitoral já traz os contornos favoráveis a que ocorram situações pouco ou nada republicanas, acerca dessa temática

Só exemplificando, a fim de que o leitor-eleitor rumine bem, citemos o caso em que, o Partido A, no Recife, diz ao Partido B, em Jaboatão: Eu apoio seu candidato, lá e vc apoia meu candidato, aqui, no Recife. Se você não aceitar, não contarei com sua ajuda aqui, mas vou lançar um candidato lá, só para atrapalhar você, tirando voto do seu candidato, em Jaboatão. A equação é simples. E muitas vezes funciona.

Mas, o que haveria de mau nisso? Em princípio, nenhum. Mas, se levarmos em conta que o eleitor, no Brasil vota no candidato e não no Partido, lideranças confiáveis são alijadas, em detrimento de um candidato que, muitas vezes está a serviço de interesses escusos que, via de regra, visam defender poderosos, em desfavor da grande massa empobrecida de brasileiros. Não por menos que, malgrado ter obtido votação estupenda em Jaboatão, a então delegada Gleide Ângelo, no alto dos seus 412.636 mil votos (votação recorde em toda a história política de Pernambuco), era tida como imbatível na disputa à Prefeitura de Jaboatão, mas, apesar disso, não moveu uma palha, neste sentido. A recusa de Gleide Ângelo foi tão estranha e mal explicada, que até hoje parcela do eleitorado jaboatonense a tem como espinha atravessada na garganta e por motivos óbvios.

E esse “tráfico de influência” está ocorrendo, nesse exato momento, quando se diz que o ex-deputado federal Sílvio Costa (Republicanos) estaria costurando com a Executiva do PSB, no Recife, a quem já apoia, em troca da retirada da pré-candidatura do ex-deputado Doutor Ulisses (PSB), o qual passaria a ser seu vice, em Jaboatão dos Guararapes. Para este Blog, isso tem nome e sobrenome: Tráfico de influência partidária.

Rapidíssimas

  • Apesar dos efeitos da pandemia com quarentena e tudo, não é pequena a movimentação dos políticos, em geral, em torno das eleições de 15 de novembro próximo. E não pensem que são apenas pré-candidatos a Vereador e Prefeito. De deputado estadual ao Presidente da República, todos de alguma forma estão envolvidos. Até porque 2020 é antesala de 2022. Que não quer garantira a eleição ou reeleição?

  • Difícil é imaginar que, surdo do jeitinho que nasceu, o Prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PR), tenha sido ontem sinônimo de sorrisos e gargalhadas, na Rádio Maranata FM, em programa feito pra “A Família, Projeto de Deus”. Esquentar a cabeça pra quê, não é, senhor Prefeito? Por lá tem Eduardo Araújo, pra servir de para-peito, no TCE, não é?

  • Quem está a todo vapor, de casa em casa, fazendo pouco da cara do coronavírus, em Ipojuca, é Yara Marques, pré-candidata a Vereadora, pelo Avante. Ela só não quer ouvir falar no nome da Prefeita Célia Sales (PTB), por quem se diz traída. Avante, dona Yara!

  • Por falar em vereadora, quem se mostra super esperto, nas redes sociais, visando cravar sua vaga na Câmara de Vereadores de Jaboatão, é Jefferson Moura (PCdoB) “o Fiscal do Povo”.

  • Quem deu um certo up grade, na pré-campanha a Prefeito da Cidade, foi o Vereador Daniel Alves (MDB). É quem parece apresentar maior volume de posts nas redes sociais, até o momento. Sem mídia digital… Tchau, eleição!

  • Mas afinal, o deputado Wanderson Florêncio (PSC) é ou não é, coordenador da campanha da delegada Patrícia Domingos (Podemos), rumo à Prefeitura do Recife?

Escrevo, comento e argumento. Só não invento.

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