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Tempos sombrios na Igreja se avizinham

Tempos sombrios na Igreja se avizinham

Tempos sombrios na Igreja se avizinham

Tempos sombrios na Igreja se avizinham

Pouquíssimos são os católicos que conhecem a doutrina da própria Igreja e muito menos o que acontece na instituição. Juntando-se isso à pouca publicização do seu modus operandi , o conhecimento da gravidade e dos tempos sombrios que se avizinham é algo manifestamente real.

Dos dias 04 a 29 de outubro passado, realizou-se, no Vaticano, o que se chamou de “Sínodo da Sinodalidade” que, como já era esperado, estabeleceu os fundamentos de mudanças na Igreja, do ponto de vista litúrgico, além de outras configurações, suficientes para deixarem católicos leigos e consagrados, com as “barbas de molho”, por conta da desfiguração da Igreja, se comparado com o Evangelho, Tradição e Magistério, preservados há mais de dois mil anos.

A situação é preocupante porque, desde a ascensão do atual Papa Francisco ao Trono de Pedro, questões como evangelização e missão têm sido enfatizadas pelo romano pontífice, mas, na realidade, o discurso em nada se parece com a prática. Isso se reflete pela mudança de membros do alto escalão, no Vaticano.

Se antes lá estavam bispos e cardeais leais à chamada sã doutrina, agora quem ocupa (por orientação do Papa) tais cargos são prelados de igual dignidade, mas que preconizam olhares da Igreja voltados ao social e suas questões, tais como meio ambiente, ecumenismo, igualdade de gênero, para citar apenas algumas.

Para se ter uma ideia, além da mudança na estrutura funcional dos dicastérios (espécie de ministérios da Cúria Romana) alguns bispos e cardeais já foram destituídos de suas funções (foram expulsos), por discordarem das ações do Papa e o mais recente é o americano cardeal Raymond Burke. Este ainda exerce suas funções cardinalícias, mas já foi destituído de algumas funções, além de ter perdido direitos canônicos, tais como salário e moradia. Ou seja, perto de atingir os 75 anos, idade em que terá que se aposentar, o cardeal perdeu direito à aposentadoria, apesar de ter se dedicado a vida inteira, aos serviços da Igreja.

Mas, qual o pano de fundo, para tanto confronto que, ao que tudo indica, se aprofundará em 2024, quando se encerrará o Sínodo e dele virão as mudanças revolucionárias? É que, há questões ultra sensíveis, sobre as quais a Igreja não mexeu em toda sua existência, porque estão umbilicalmente ligadas à doutrina do Evangelho, como o homossexualismo, por exemplo. A prática ou aceitação deste, fere frontalmente as Sagradas Escrituras. Daí, a velha máxima: “Ame o pecador, mas odeio o pecado”. Esta é, em suma, a síntese da mensagem cristã católica.

Na medida em que o Papa acena para “benzer” uniões homossexuais, como tem sido divulgado, está contrariando, neste aspecto, todo um ensinamento milenar e isso afronta os chamados tradicionalistas. Ora, bênção a pessoas com tais tendências, nunca faltou por parte da Igreja. Mas, o temor é que isso seja apenas um passo para “legitimar o casamento”, pela “Igreja de Francisco”, de pessoas do mesmo sexo, mesmo que isso contrarie as Sagradas Escrituras.

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