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Uma bomba, no colo do Prefeito de Jaboatão. Quem jogou? TCE e Ministério Público de Contas

Prefeitura de Jaboatão transmite em telão entrega de prêmio da ONU ...
Prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira.

Caiu como uma bomba, as irregularidades apontadas pelo MP de Contas e Tribunal de Contas do Estado, veiculadas por este Blog, que deram causa à desativação do Hospital de Campanha de Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife. É que, segundo os citados órgãos de controle, existiria um mar de irregularidades, contendo até falsidade ideológica nos trâmites burocráticos contratuais celebrados entre a Prefeitura e o Instituto Humanize. para gerenciar, operacionalizar e executar ações e serviços de saúde, no hospital de campanha do Município, em face do Covid-19.

Segundo a representação do MP, o contrato celebrado junto ao Instituto Humanize deu-se com muitas irregularidades, tais como: ausência de seleção pública ou chamamento público para celebração de contrato; que o Instituto Humanize foi contratado sem observância de qualificação, com indício de favorecimento ao mesmo, pela Prefeitura; irregularidade na cotação de preços realizada; ausência inexplicada da participação da Procuradoria Geral do Município, no processo de dispensa, malgrado os altos valores de recursos envolvidos (mais de R$ R$ 23 milhões); nulidade do parecer jurídico assinado por Gerente comissionado (dando como regular a contratação do Humanize), ao invés da Procuradoria Geral do Município; nulidade do Termo de Ratificação da Dispensa Emergencial; nulidade do Empenho que tem informação ideologicamente falsa. Isso mesmo. Falsidade ideológica!

Além das irregularidades apontadas pelo Ministério Público, existem outras constatadas desta vez, pelo TCE, como por exemplo: parcelas de custeio, maiores que os leitos utilizados; falta de composição detalhada de tais custos: Recursos públicos de contratação, movimentados através de conta bancária não específica; Ausência de prestação de contas do Humanize à Prefeitura e ao TCE, dentro do prazo; Falta de publicação das informações do Instituto, na internet; Inexistência de controle da Prefeitura, sobre aquisição sobre ítens do almoxarifado.

No entanto, o mais gritante e que está tirando o sono do Prefeito Anderson Ferreira (PL), foi a vistoria feita no dia 06 de junho passado, por técnicos do TCE. Dos 131 leitos constantes do Contrato, apenas 45 estavam sendo disponibilizados e destes, só uma pequena parte era ocupada por infectados do coronavírus. Só que, os valores contratuais eram e continuam a ser pagos integralmente e sem desconto, como se o hospital fosse funcionar por deis seis meses ou seja, como se o Instituto fosse prestar os serviços, na forma do Contrato, fornecendo os 131 leitos.

Como era esperado, a repercussão da matéria foi bombástica e a pergunta que muitos fizeram ao longo do dia, dirigindo-se a esse blog foi: Aonde está a Câmara de Vereadores de Jaboatão e até mesmo os pré-candidatos a Prefeito que já não foram à Justiça, contra o Prefeito da Cidade? Ora, num momento tão dramático como esses, cometer esse tipo de irregularidades é, nas palavras de um internauta, cuspir no rosto do eleitor de Jaboatão.

Procurou nossa equipe, durante toda a semana obter resposta do Prefeito, acerca de tais acusações, mas ele não respondeu.

Político também tem seu tempo

Parque surfland vista aera
Delegado Antônio Resende lidera pesquisa para prefeito do Cabo de ...Elias Gomes vai para o MDB e pretende disputar a Prefeitura do ...

Olhando a cena política dos municípios da Região Metropolitana do Recife, daria pra fazer uma crônica diária, para cada um de seus líderes ou Grupos políticos. Hoje nossos olhos se voltam para o Cabo de Santo Agostinho.

Fundada em fevereiro de 1812, traz o nome daquele que, por mais de 1.600 anos foi e ainda é por muitos considerado o maior filósofo e pensador do cristianismo: Santo Agostinho. Mas, em que pese o peso do nome e da fama, não é Agostinho o padroeiro do Cabo, para os católicos, mas sim, Santo Antônio e a parte emblemática começa daí.

Forjado na riquíssima história que remonta tempos anteriores aos portugueses, a charmosa Região do Cabo de Santo Agostinho traz a marca do espanhol Vicente Yáñez Pinzón. De lá até nossos dias tem sido inspiração para brasileiros de todos os tempos, condição social e política.

E é pelo viés político que ousamos refletir um pouco, acerca da cena política do Cabo que, nas últimas décadas tem sido palco de dois grupos que, por bem ou por mal se revezam no poder, podendo ser apontado como um desses líderes, o experiente e veterano Elias Gomes da Silva ou simplesmente Elias Gomes, eleito por três vezes prefeito da Cidade..

Olhando o caminho vitorioso de Elias Gomes (MDB), como prefeito e outros honrosos cargos, em Pernambuco, pode-se dizer que, cumpriu bem o seu papel de líder. Aliás, cumpriu muitíssimo bem, haja vista que, além de prefeito de sua cidade (estará tentando a quarta vitória), ainda foi prefeito do vizinho Jaboatão dos Guararapes, por dois mandatos consecutivos, por lá deixando também sua marca de gestor bem sucedido, dentro do que se preconiza como possível.

Todavia, como todos e tudo na vida tem seu tempo, ao que parece, o citado ex-prefeito do Cabo dá sinais de que chega ao fim de um ciclo, malgrado não se imaginar, nem de longe, que pense ele em jogar a toalha. Mas é que, no caminho de Elias e de outros líderes cabenses, surge com força e vigor, um jovem político – na vida biológica e política -, conhecido como Delegado Antonio Resende que, apontado como líder em pesquisa, num piscar de olhos parece ter chegado para desbancar velhos coronéis do asfalto, tais como o atual prefeito Lula Cabral e o próprio Elias.

Bom, seria que o acaso pudesse ter conspirado no sentido de que, ao término de seu mandato, em Jaboatão, Elias Gomes tivesse tido olho clínico de estadista, para fomentar na pessoa de Resende ou de qualquer outro, um quadro novo da política local (já que não conseguiu emplacar como prefeito o filho também político), encerrando sua carreira por cima, a ponto de ficar na memória do povo como gestor marcante, na vida da Cidade.

Já que assim não foi nem será, espera-se que contribua, ainda que de forma indireta, para a vitória de Antônio Resende, vez que, a visão panorâmica que se tem daqui, é a de que, como está, o Cabo de Santo Agostinho não terá dias melhores com os agentes políticos de que dispõe, porque já deram o que tinham de dá. Os fatos falam por si. Salvo melhor juízo!

Rapidíssimas

  • Eu venho cantando essa prosa: A deputada federal Marília Arraes (PT) não será candidata a prefeita no Recife. Quer apostar?
  • Impactados com as denúncias feitas pelo MP e TCE, envolvendo o Governo Anderson Ferreira, de Jaboatão, pergunta-se, por lá: “Será que voltaremos aos tempos antigos de corrupção e intervenção, em Jaboatão?
  • Surfando na onda do denuncismo, em Jaboatão dos Guararapes, quem está se dando bem é o Vereador Totô Junto com o Povo (Republicanos). Alguém terá que se dá bem, não?
  • Será que o agora comunista e prefeiturável de Olinda, João Paulo (PCdoB), já sabe qual a razão do Thiago Mondenesi do seu partido, em Jaboatão, não querer ser candidato? Afinal, João Paulo fez essa pergunta, em live, com o Pré-candidato a prefeito, Arnaldo Delmondes. Estaria o Camarada com medo do resultado, nas urnas?
  • E o ex-deputado federal Sílvio Costa (Republicanos) vai convencer Dr Ulisses Tenório a ser vice dele? Provavelmente, não. Até porque o companheiro Magno Martins disse que Sílvio não tem voto, em Jaboatão.
  • Em que pé está o B.O., registrado por Elias Gomes, por Difamação, contra o Delegado Antonio Resende e apoiadores, no Cabo de Santo Agostinho?o
  • Por falar em B.O., como está a bronca, na Polícia, entre o pré-candidato a prefeito, Daniel Alves (PSD) e um apoiador do prefeito Anderson Ferreira? Ao que se sabe, por lá houve até agressão física.

Eu escrevo e comento. Mas não aumento.

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