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VOTAR OU NÃO, EM JOÃO CAMPOS, PARA PREFEITO, ESSA, A QUESTÃO.

PSB de Pernambuco silencia sobre apoio do PT a pré-candidatura de Marília  Arraes

Quem acompanha a cena política do Recife, conhece o campo de atuação dos políticos pernambucanos e, quando a pauta diz respeito diretamente aos interesses da Capital, há que se questionar, por exemplo, o que de alguma forma, tem o candidato feito pela Cidade.

Hoje, aborda o Blog Luís Machado, acerca das vantagens ou desvantagens para o recifense e o candidato objeto da abordagem é João Campos (PSB), afilhado político do atual prefeito do Recife, Geraldo Júlio. Quem não lembra da briga feia, ocorrida ano passado (2019) na família do candidato a prefeito do Recife, João Campos e Antônio Campos (atual presidente da Fundação Joaquim Nabuco), tio dele? Naquela mesma ocasião, emitiu Antônio Campos, nota à imprensa, na qual disse, referindo-se ao sobrinho:

“O jovem deputado foi nutrido na mamadeira da empresa Odebrecht, entre outras, estando com os bens patrimoniais dos quais é herdeiro, bloqueados. Pernambuco precisa conhecer o lado obscuro de Renata Campos e seu filho. Estarei protocolando perante à Procuradoria Geral da República, à Polícia Federal e ao Núcleo da Operação Lava Jato, petições, que depois de protocoladas, tornarei pública à imprensa e às autoridades constituídas, revelando uma parte desse lado obscuro. Recife, 12 de dezembro de 2019 Antônio Campos, advogado”.

Pois muito bem. Além de tudo isso, nos “pilares de sustentação” da campanha de João, estão as administrações do partido dele (PSB). O prefeito do Recife, por exemplo, já foi taxado de “hexa campeão em operações da Polícia Federal, pois já foram 06 (seis). Só numa dessas operações são investigados desvios da ordem de R$ 60 milhões de recursos federais da pandemia destinados meses atrás, para salvar vidas ameaçadas pela Covid-19. Há um rosário de denúncias, algumas sob a égide de órgãos de controle – TCE, MP, Controladoria da União e Polícia Federal. E nem falamos da indústria da multa de trânsito por parte da CTTU, bem como de escândalos ensejadores de operações, tais como, Operação Casa de Farinha, Operação Antídoto, Operação Apnéia e operação Desumano, para citar apenas algumas. Mas há outras operações envolvendo a administração do prefeito Geraldo Júlio, padrinho de João Campos, ao lado do governador Paulo Câmara, também envolvido em escândalos pra lá de escabrosos. Está na cara que, em sendo eleito, o esquema de falcatruas ficará ainda mais estruturado.

João Campos não atua em favor das pautas favoráveis aos desvalidos. Exemplo disso se viu há pouco, quando votou ao lado de Marília Arraes (PT) e da maioria da bancada do PSB, contra o marco regulatório do saneamento básico, aprovado na Câmara dos Deputados. Se não se preocupa com esgoto a céu aberto, tem moral pra querer administrar uma Cidade cheia de bolsões de miséria absoluta, cuja situação é tremendamente degradante, na maioria das áreas da Cidade? João Campos votou também contra a Reforma da previdência. Ora, todos vimos que, votar contra a reforma previdenciária é não querer que, no futuro hajam mais aposentados, dada a situação calamitosa da Previdência. Ser contra isso é ser contra o povo. João Campos, com esse perfil, teria legitimidade para governar o Recife?

Comento, argumento. Só não invento!

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