
O arcebispo de Accra, Gana, John Bonaventure Kwofie, disse estar preocupado com o que disse ser uma crescente influência da homossexualidade e da cultura gay nos seminários da África ocidental, instando reitores e outros formadores a tomar medidas decisivas e a permanecerem fiéis às doutrinas da Igreja sobre a formação sacerdotal.
Em discurso na última quarta-feira (14), na abertura da 12ª Conferência Regional de Reitores da Conferência Episcopal da África Ocidental (RECOWA, na sigla em inglês), no seminário de São Paulo, em Sowutuom, Accra, o arcebispo Kwofie exortou os encarregados da formação de futuros sacerdotes a discernir e nutrir cuidadosamente as vocações sacerdotais desde o início, alertando que a formação inadequada no nível inicial pode contribuir para o surgimento de práticas homossexuais nos seminários.
O membro ganês da Congregação do Espírito Santo (Espiritanos/Padres do Espírito Santo/CSSp.) disse que a vocação sacerdotal exige uma formação eficaz e alertou que a promoção ou aceitação da “cultura gay” contradiz não só as exigências da vida sacerdotal, mas também as doutrinas da Igreja.
Ele ressaltou que a posição da Igreja sobre a homossexualidade não mudou e permanece fundamentada na coerência do magistério, a doutrina da Igreja.
Segundo a autoridade doutrinária oficial da Igreja, uma pessoa que pratica a homossexualidade ou apoia a cultura gay não deve ser admitida no seminário ou nas ordens sacras.
Citando a Instrução do Dicastério para a Cultura e a Educação sobre os Critérios para o Discernimento Vocacional no que diz respeito às Pessoas com Tendências Homossexuais, tendo em vista a sua Admissão ao Seminário e às Ordens Sacras, publicada em novembro de 2005, o arcebispo Kwofie disse que “aqueles que praticam a homossexualidade” e “apresentam tendências homossexuais profundamente enraizadas ou apoiam a chamada cultura gay”, estão numa situação que os impede gravemente de se relacionar corretamente com homens e mulheres”.
Fonte: Site Vox Magister.




