Blog Luis Machado

Notícias

Eleições 2026: Uma advertência aos cristãos comprometidos com a fé que professam

Eleições 2026: Uma advertência aos cristãos comprometidos com a fé que professam

Eleições 2026: Uma advertência aos cristãos comprometidos com a fé que professam

Eleições 2026: Uma advertência aos cristãos comprometidos com a fé que professam

A maioria da população brasileira sabe que teremos eleições gerais para todos os cargos em outubro deste ano – menos para prefeitos e vereadores – mas poucos são os cristãos católicos e evangélicos que já se deram conta da enorme importância delas, visto que desta vez a situação vai além da questão cívica/cidadã, para assumir contornos de preocupação com a fé de cada um.

Como sabemos as mudanças na estrutura social dos povos e nações estão acontecendo numa velocidade tão grande, como nunca antes e do ponto de vista eclesial/espiritual não iria ser diferente. Não por acaso, as atenções se voltam para o aludido pleito, não apenas do ponto de visa ideológico, mas também e principalmente sob o aspecto eclesial, espiritual.

Não é mais novidade que, sob o manto ou pano de fundo dos chamados “direitos das minorias”, o que era cultural e historicamente tido como valores tradicionais agora são questionados nas instâncias de poder, onde os direitos da maioria se apresentam ameaçados, como por exemplo, os valores ligados à moral cristã, à religião e à fé.

À primeira vista, há que se perguntar: mas o que têm as eleições deste ano, com os valores da família, com a religião do povo? A resposta é: tem tudo a ver, na medida em que crescem as manifestações dos que se julgam descriminados pela maioria.

Basta ver que, em nome dos decantados “princípios constitucionais”, os adeptos de bandeiras como aboxto, ideologia de gênero e casamento entre pessoas do mesmo sexo – para citar apenas estes – não toleram a que um líder religioso em pleno exercício de suas funções, faça alusão ao que está na Bíblia Sagrada, cujos preceitos condenam as referidas práticas.

Para essas minorias, nada que implique manifestações contrárias aos seus interesses pode ser aceito. Mesmo que ocorra por exemplo, no interior de um templo religioso, cujo público seja bem especifico, interessado na doutrinação atinente àquela fé à qual livremente se professa.

Não é muito dizer que, se os cristãos dormirem no ponto, em pouquíssimo tempo, não mais será possível defenderem seus verdadeiros valores; aqueles valores herdados por antepassados em séculos e milênios. Sequer exercerão seu direito de culto, nos moldes de sempre e é aqui que entra a importância premente e inadiável, de verem que, sem robusta representatividade no Congresso Nacional e na Presidência da República, defender a fé, será cada vez mais difícil, para não dizer, impossível!

Neste aspecto, salvo honrosas exceções, pecam por omissão, a maioria dos cristãos católicos e evangélicos, em não querer enxergar que, os tempos estão mudando rápida e perigosamente. Forças para querer sufocar a fé cristã é o que não falta.

Há inimigos do cristianismo e da fé católica dentro e fora da Igreja; em setores do parlamento, do Ministério Público e do Judiciário. Os que estão dentro da Igreja, vivem uma fé insossa, ritualística, não apostólica; vivem em suas zonas de conforto e da comodidade que os cargos lhes oferecem, alheios à doutrina social da Igreja e aos preceitos de Jesus Cristo.

Apesar de tudo, uma coisa no entanto, é certa: Àqueles (os leigos que devem ser os protagonistas dos novos tempos) que lutarem, há uma promessa cheia de esperança, vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”. João 16:33).

_________

Nossa missão é produzir e publicar. A sua é lê e, se concorda, compartilhar. Comente e compartilhe!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Posts Recentes