Nunca é tarde para abandonar a cultura da mort3

A ginecologista dra. Catherine Wheeler, do Colorado-Estados Unidos, que realizava abxrtos induzidos nos anos 1990, abandonou definitivamente os procedimentos após, durante o abxrto de uma adolescente, ver a sala escurecer, sentir o tempo desacelerar e perceber uma “presença inconfundível do mal”, ligada ao que fazia, experiência que a levou a entender a destruição causada pelo assassinato.
Ela confessa que acreditava estar “ajudando mulheres”, mas que tinha “comprado a mentira feminista” de que o acesso ao abxrto seria necessário para que elas perseguissem sonhos, e diz que, ao longo do tempo, Deus lhe abriu os olhos para a humanidade e o valor da vida de cada feto.
Em 2020, já como defensora pró-vida, Catherine passou a denunciar como a sociedade desvalorizou casamento, transformou a sexualidade em algo apenas físico e convenceu mulheres de que crianças atrapalham o que mais importa, o que teria banalizado a vida humana e ampliado a aceitação do abxrto.
Ela também responsabiliza parte das igrejas, apontando o silêncio dos púlpitos sobre sexualidade bíblica e casamento como proteção para mulheres e crianças, e hoje usa sua experiência como obstetra/ginecologista para palestrar, apoiar organizações pró-vida e encorajar médicos e cristãos a defenderem publicamente a vida desde a concepção.
Fonte: Guiame.




