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Liturgia de hoje: Vinho novo em odres velhos?

Liturgia de hoje: Vinho novo em odres velhos?

Liturgia de hoje: Vinho novo em odres velhos?

Liturgia de hoje: Vinho novo em odres velhos?

“Ninguém põe um remendo de pano novo, numa roupa velha; porque o remendo novo repuxa o pano velho e o rasgão fica ainda maior. Ninguém põe vinho novo em odres velhos, porque o vinho novo arrebenta os odres velhos e o vinho e os odres se perdem. Por isso, vinho novo, em odres novos” – (Evangelho de Jesus Cristo, segundo São Marcos, Capítulo 2, versículos de 18 a 22.

Inicialmente, sugerimos que, para quem ainda não sabe o que são Odres novos, acesse o link www.padrejoaocarlos.com e saberá do que se trata o referido objeto, citado no Evangelho, pois lá o sacerdote salesiano Padre João Carlos – fundador da Associação Missionária Amanhecer – AMA – dá uma excelente explicação, sobre o assunto, na Meditações da Palavra, como faz diariamente para ouvintes do Brasil e de outras parte do mundo.

Refletindo acerca da citada passagem do santo Evangelho, logo percebemos que a mesma aplica-se, na prática, a muitas situações.

Nossa linha de reflexão aqui, circunscreve-se especificamente ao caso de pessoas que, movidas pela vontade de dedicar-se de alguma forma à causa do Evangelho, resolvem “aventurar-se” em determinadas ações ou propósitos, quer como leigo(a) engajado(a) , quer como pessoa consagrada. Estes últimos (os consagrados), via de regra, fazem votos de pobreza, castidade e obediência, como é o caso dos padres e dos religiosos(as).

Só que, apesar do propósito assumido, há sempre no meio dos perseverantes, quem age de forma “equivocada”, sem o necessário testemunho cristão, no relacionamento com os demais do Grupo ou Congregação. Ora, isso não é de hoje. Começou ainda no Grupo dos 12 apóstolos, em que havia um que destoava dos demais. Estamos falando de ,Judas Iscariotes, o traidor. Este, apesar de conhecer os métodos e princípios, não foi fiel a Jesus Cristo.

Portanto, não faltam pessoas que, apesar de possuírem boa índole e propósito – isso existe em todos os setores da vida humana e até mesmo no mundo corporativo dos negócios – não se apercebem que “de repente” tornaram-se “odres velhos”, não suportando métodos, ideias ou pessoas novas…

Se odres velhos arrebentam-se e não seguram vinhos novos, não se pode esperar que pessoas ácidas e mal resolvidas possam somar de forma construtiva, num empreendimento, seja ele qual for. Pessoas assim, “derramam-se” e ainda por cima “sujam de vinho” e contaminam quem está ao seu redor. Com isso, comprometem no todo ou em parte, muitas vezes, os projetos do Grupo ou instituição. Se isso é válido para qualquer circunstância, no campo da evangelização, muito mais. Sim, porque “uma ovelha ruim, põe o rebanho a perder”, como diz o adágio popular.

Mas, o que fazer, se no Grupo há um “lobinho” com pele de cordeiro? Bem, por ser uma “engenharia” de delicado manejo, as próprias Escrituras dão a senha: quem de direito, DEVE dirigir-se àquele(a) “persona non grata” e conversar com caridade, sabedoria e firmeza. Sempre naquele clima fraternal, que sempre norteou a instituição. Sob pena de, em não o fazendo o quanto antes, não mais poder fazê-lo, depois, pecando, portanto e via de consequência, por omissão.

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