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Seminaristas gays poderão ser padres

Seminaristas gays poderão ser padres

Seminaristas gays poderão ser padres

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A grande imprensa não noticiou, em massa, mas o fato é que, para a Igreja Católica, homens gays podem se tornar padres, desde que optem por uma vida sem fazer sexo — o celibato. A informação consta em documento do Vaticano publicado na quinta-feira (9/1), conforme publicou o Correio Braziliense. A pergunta é: será que, mesmo optando pelo celibato, isso não é uma “tolerância/permissão” a que eles descumpram a promessa? Afinal, como ser gay, sem praticar o homossexualismo?

Ainda conforme noticiou o respeitado órgão de imprensa, produzido pela Conferência Episcopal Italiana (CIE), o comunicado altera uma instrução publicada nove anos atrás, que barrava seminaristas com “tendências homossexuais profundas”.

O que salta aos olhos, é que (contrariamente à vontade da esmagadora maioria do Clero e dos leigos católicos), há dentro do Vaticano, um movimento ativo pró LGBTQIA+, capitaneado por um cardeal de alta patente, na Cúria Romana. E sintomático, mesmo, é o fato de que, a atualização da CEI pode ser interpretada como um aceno do papa Francisco à população LGBTQIA+. Isso poderá suscitar o viés eclesial, com o intuito de “sacralizar” a consciência dos católicos, em não mais rejeitarem o homossexualismo. Este é rejeitado há mais de 2 mil anos, com base nos preceitos das Sagradas Escrituras.

A propósito, como tem noticiado este Blog Luís Machado, o Jubileu 2025, tradicional evento da Igreja Católica que ocorre a cada 25 anos, representa um momento de reconciliação, perdão e renovação espiritual cristão. A propósito, o citado jubileu 2025 terá um evento oficial no calendário do Ano Santo Católico Romano 2025 voltado exclusivamente para a comunidade LGBTQIA+, sob os cuidados da ONG La Tenda di Gionata. Embora o citado evento tenha sido temporariamente retirado da programação (por presumíveis pressões), o fato é que ainda poderá ser reinserido.

Sintomático e incoerente, diga-se de passagem. Afinal, como falar em perdão dos pecados, se a prática do homossexualismo é pecado? Chancelar as ações do LGBTQIA+ não afronta o que a este respeito proíbem as Sagradas Escrituras, em Deuteronômio e Carta de São Paulo Apóstolo, aos Romanos, por exemplo?

Mas é preciso dizer que, de fato, mesmo com tendência homossexual, se o homem (e a mulher) se abstêm do sexo, não infringem as leis de Deus, já que apenas ter vontade não significa pecar. E é preciso dizer que, neste aspecto não há nada de novo, já que à Igreja não interessa vasculhar o pensamento de quem quer se tornar ministro consagrado. Até porque foro íntimo é algo muito pessoal e subjetivo. Só a Deus prestaremos conta. Mas, abrir portas para as novidades que aí estão, no campo da sexualidade, é no mínimo, jogar pedra na cruz.

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