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Novos filiados ao PSD poderão se arrepender num futuro próximo

Novos filiados ao PSD poderão se arrepender num futuro próximo

Novos filiados ao PSD poderão se arrepender num futuro próximo

Novos filiados ao PSD poderão se arrepender num futuro próximo

Como se viu, o novo partido da governadora Raquel Lyra (PSD) postou convites através das redes sociais, nesse domingo, para formalização do ato de filiação de prefeitos e vice-prefeitos recém desembarcados do PSDB, além da vice-governadora Priscila Krause e do ex-presidente tucano, Fred Loyo, cujo evento está previsto para ocorrer hoje, por volta das 18:00h no Novotel, Cais de Santa Rita e que contará mais uma vez com a presença do presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab.

É importante dizer que, lançando o olhar para um futuro próximo, é possível concluir que a governadora, apesar de não ter feito um mau negócio em trocar de partido, a cerca de um ano e meio das eleições do ano que vem, o mesmo poderá não ser o caso dos aludidos novos filiados.

Se “quem tem prazo não tem pressa”, não há nenhuma razão plausível para que os chefes de Executivos Municipais deixem o partido assim à toque de caixa” já que não disputarão eleição e, portanto, teriam muito tempo para pensar no que fazer de suas vidas, do ponto de vista partidário. Nem mesmo a pressão do Palácio sobre eles justifica tamanha precipitação dos senhores prefeitos.

E porque dizemos isso? É porque, afora a “quebra de braço” ora existente entre a governadora e o interventor da legenda no Estado, deputado Álvaro Porto (PSDB), há um pequeno grande detalhe no meio dessa história toda, que é a competitividade do concorrente dela, João Campos (PSB), prefeito do Recife, neste momento muito à frente dela, nas pesquisas feitas ate´aqui.

Como diz o ditado, prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. Se os novos filiados ao PSD optassem por não permanecer no PSDB mas ficassem sem partido, para ver no que vai dá – já que faltam menos de um ano e meio para as próximas eleições – até mesmo para barganhar junto a quem possa está consolidado nas pesquisas, perto de outubro de 2026 – aí sim, seria compreensível e ninguém correria o risco de está hoje num barco que em poucos meses poderá está dando água.

Verdade é que, filiar-se ao PSD, hoje, não é garantia nenhuma de que os referidos prefeitos apoiarão Raquel, caso sua candidatura à reeleição não decole. Prefeito do interior não tem pátria; tem interesse. Estão com quem está no poder ou muito próximo de chegar lá. Só que, queira ou não, fica feio para um político, seja ele quem for, ficar pulando de galho em galho. E já que é assim, os novos filiados ao PSD de Raquel bem que poderiam deixar uma porta aberta para João Campos, caso este venha a ter condições reais (e tudo indica que terá) de sentar naquela cadeira, hoje ocupada por Raquel Lyra.

Portanto, nada justifica a filiação, em massa dos atuais prefeitos, vez que poderão se arrepender num futuro próximo, diante de um eventual fracasso nas urnas, da governadora, em outubro próximo.

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