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Eleição do próximo Papa suscita equívocos da parte de muitos

Eleição do próximo Papa suscita equívocos da parte de muitos

Eleição do próximo Papa suscita equívocos da parte de muitos

Eleição do próximo Papa suscita equívocos da parte de muitos

Muito já se falou e se escreveu, acerca do próximo conclave que elegerá o sucessor do Papa Francisco. Acerca do tema é gritante e reprovável o que está se fazendo acerca da citada eleição.

Como católico, apesar de respeitar a opinião de quem pensa diferente, não vejo sentido nas pessoas deixarem-se envolver pela massificação da chamada Grande Imprensa mundial, que por sua vez age de forma tendenciosa, como se a escolha de um papa fosse igual a de outro chefe de Estado qualquer.

Numa espécie de mantra, ficam a dizer que o próximo pontífice deve “seguir” as pegadas ou levar à frente o legado do falecido Papa Francisco, ao invés de almejar que o próximo líder maior dos católicos siga o “legado” de Jesus Cristo. Até porque o que Francisco fez ou disse de bom, tem por base as Sagradas Escrituras, com destaque para o Evangelho.

É claro que na verdade o que muitos querem é que o próximo chefe da Igreja Católica seja uma espécie de réplica do papa que se foi, esquecendo-se de que, para cada época Deus suscita um papa com carisma condizente.

Mas, se ainda assim, tenhamos que opinar sobre o que nos parece ideal, em termos de perfil, que seja o próximo soberano de Roma um pacificador e que venha determinado a evitar um cisma na Igreja, já que, por está dividida entre “progressistas” e “conservadores”, está na contramão do que preconiza a mensagem evangélica, o magistério e a tradição milenar da nossa Igreja.

Em último caso, vamos ser práticos e objetivos: A salvação independe desse ou daquele estilo do próximo Papa. Cada um lute para ser melhor, já que a salvação é individual e não depende de nada e de ninguém, fora de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Se nos parece muito apropriada a tese dos que sustentam não se tratar de ser progressista ou conservador, mas sim de ortodoxia ou heresia. A primeira tem a ver com coerência ao que prega a Igreja, ao longo dos seus 2025 anos; a segunda tem a ver com a negação do que a Igreja prega. Não dá para pregar uma coisa e viver outra. Mais claro do que isso, só desenhando!

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