TUDO CONSPIRA A FAVOR DA OPOSIÇÃO, EM PERNAMBUCO. MAS…

- Que os ventos sopram favoravelmente, em favor da oposição, em Pernambuco, não há dúvida. Que o pré-candidato da situação, Danilo Cabral (PSB) é pesado e não empolga (a ponto de convencer a todos na Frente Popular) de que vencerá as eleições para governador, também não há dúvida, quanto a isso.
Mas, será que vai ser desta vez que os oposicionistas mostrarão que aprenderam a lição (nos referimos às eleições municipais, no Recife, em 2020)? Verdade é que, ainda é cedo para chegar-se a essa conclusão. Não basta saber que os três principais atores do cenário político (Raquel Lyra, Anderson Ferreira e Miguel Coelho) são lideranças incontestes. Porem, é necessário muito mais que isso. Ganhar dos socialistas que há 16 anos comandam o Estado, não se consegue, sem alguns ingredientes – Grupo, logística e estratégia – são apenas alguns ingredientes necessários.
É verdade que, de alguma forma, todos eles têm grupos e logística. Mas será que os opositores da Frente Popular terão estratégia, frente ao candidato do PSB? Só esclarecendo que a conjectura feita nesse particular, se justifica pelo fato de que, o rolo compressor do PSB em cima de lideranças, por todos os cantos do Estado, em busca de apoios, já começou e será como nunca visto antes. Daí não está descartado que o candidato do Palácio vá ao segundo turno, apesar da aparente falta de expressão dele.
E não custa nada lembrar que, existe algo que poderá fulminar de morte, o projeto político da oposição. Estamos falando da postura do pré-candidato Anderson Ferreira, que comporta-se como verdadeiro fogo amigo das oposições. Foi à Brasília gravar vídeo, junto ao presidente Bolsonaro, para dizer que é o candidato dele. Ora, isso numa região em que o lulismo abocanha 60% dos votos, há que se questionar até que ponto isso lhe traria benefícios.
É claro que a Frente Popular dá mostras evidentes de que vai nacionalizar a campanha, em torno da figura do Lula, achando que isso decidirá, na hora do voto. Isso é tudo o que a oposição não deve fazer. A menos que faça vista grossa à considerável fatia de eleitores, simpática ao chamado “nem, nem – Nem Lula nem Bolsonaro, cujo universo, em termos percentuais, não é de se jogar fora. Quem primeiro tratou de descolar de Bolsonaro, foi Miguel Coelho. Em todo o caso, vamos esperar por pelo menos quatro semanas de campanha.
Até lá, tudo não passará de meras especulações e conjecturas. Mas, uma coisa é certa: Tudo conspira em favor das oposições. Fato!
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