
- É impressionante como a dificuldade de renovação nos quadros da política pernambucana é grande. Basta ver o que ocorre com o ex-ministro Mendonça Filho que, apesar do invejável currículo – foi deputado estadual, deputado federal, governador, candidato a prefeito do Recife e ao Senado Federal, além de ter sido ministro da Educação, no Governo Temer.
Vivendo do nome (politicamente falando) conhecido pelos cargos exercidos no passado, Mendoncinha, apesar de ainda novo, já dá sinais de envelhecimento político, na medida em que, até pelo semblante apresentado nas entrevistas, parece cansado.
Conta com uma assessoria sem motivação ( e que pensa como ele, até mesmo quando é para dá um feed-back a jornalistas e blogueiros. É a maior dificuldade. Quando contactado pessoalmente, mostra-se calmo, sereno e atencioso, mas fica nisso. Parece está em permanente estado de sonolência. Talvez isso, por si só, seja sinal de que o político pernambucano já não empolgue tanto. Alguns colegas o qualificam como candidato insosso. Não fosse isso, sua contribuição ao palanque de Miguel Coelho bem que poderia ser significativa.
Mendonça Filho era tido como político de perfil urbano, mas até isso já nem é percebido mais. Está sendo diluído no tempo e no espaço. Até foi cotado para compor a chapa majoritária de Miguel Coelho, na condição de candidato ao Senado, mas ele mesmo não brigou por isso. Talvez por saber que, caso tivesse aceito, poderia está sendo um peso para Miguel Coelho.
A Mendonça, só resta usar seu nome conhecido, para juntar no mesmo lugar, algumas lideranças do Interior, para dá a impressão de que ainda é aquele político de outrora., mas não é. Foi competente e saiu bem avaliado como ministro do MEC. Mas, o fato é que, até ele encontra dificuldades para eleger-se deputado federal, pela União Brasil, já que disputa vaga com Fernando Filho (filho do senador Fernando Bezerra Coelho e irmão de Miguel Coelho) e com Luciano Bivar, presidente nacional do Partido.
Uma pena, porque trata-se de alguém que já foi um excelente quadro da política pernambucana mas, ao que parece, impõe a si próprio, a condição de quem já vive um ostracismo típico dos que penduraram a chuteira, em passado distante.
E por falar, em Bivar, justiça seja feita. Está ele valendo-se do cargo de presidente nacional do União Brasil – dotado de muita estrutura – mas não fica nisso. Está se desdobrando ao máximo para renovar o mandato e o trato com jornalistas e blogueiros, até onde sabemos, é o melhor possível, sob todos os aspectos.
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