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Blog Luis Machado

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Raquel corre sério risco de cair e provocar efeito dominó; entenda porquê

Raquel corre sério risco de cair e provocar efeito dominó; entenda porquê

Raquel corre sério risco de cair e provocar efeito dominó; entenda porquê

Raquel corre sério risco de cair e provocar efeito dominó; entenda porquê

Todos lembram que, naquela época da novela mexicana acerca das montagens de chapas, o cenário de indefinição de quem comporia ou não com os dois principais candidatos ao Governo do Estado (Raquel Lyra e João Campos) era de desgaste e fadiga.

Lembram também que, sem justificativa plausível, a governadora Raquel – então pré-candidata à reeleição ao governo do Estado – precipitou-se em submeter-se, de plano e de forma prematura, às exigências do presidente Lula, no tocante à inclusão do deputado federal Túlio Gadelha, em sua chapa, como candidato ao Senado, porque isso em tese, lhe garantiria dois palanques: de Raquel e de João. Não vingou essa tese dos dois palanques e Lula em nada ajudou Raquel. Aliás, parece ter ajudado apenas Humberto e Marília.

Nesse ínterim, João Campos não perdeu tempo e logo tratou de definir, junto ao PT e PDT, os nomes de Humberto Costa e de Marília Arraes, que embora de espectro “puro sangue” esquerdista, era o que de melhor podia acontecer, até para evitar desgastes, na montagem do chamado palanque da Frente Popular. Isso fechou as portas para Miguel Coelho e Eduardo da Fonte, também pretendentes à compsição da chapa do ex-prefeito do Recife.

E o que sobrou disso? Resultou na quebra de braço entre Miguel e Eduardo da Fonte, cuja definição recaiu na pessoa deste último. O resultado disso é que, Túlio e Dudu caíram em campo, na campanha de Raquel, mas não decolaram nem decolarão nas pesquisas de intenção de voto, pois não mais haverá tempo para isso, já que estamos a menos de 48 horas para as eleições.

O fato curioso e quase fora da curva, é que, nessas eleições o bom desempenho da candidata Raquel Lyra não repercute em benefício dos seus candidatos ao Senado. Com isso, já que qualquer um dos dois candidatos pode perder a eleição e isso poderá pender para o lado da governadora, o cenário poderá ser bastante desolador para esta, vez que, se as pesquisas se confirmarem – estas apontam Humberto e Marília liderando – a candidata poderá naufragar nas urnas e com ela, Túlio e Da Fonte.

Considerando que, em meio a tudo isso, existe o fator Mendonça Filho (que tem pontuado bem, nas pesquisas e pode surpreender – já que representa o voto da direita, no Estado – não é de todo descartado que, Raquel perca a reeleição e, de quebra, arraste consigo ao insucesso, seus dois candidatos Túlio e Eduardo da Fonte. Ainda que o forte candidato Mendonça Filho seja eleito juntamente com Marília ou Humberto, neste caso não sobraria nada para Raquel.

São conjecturas, mas com possibilidades reais de se concretizarem. Como se vê, Raquel corre sério risco de cair sob efeito dominó. As próximas horas, no entanto, serão decisivas. Quem conseguir convencer parte do eleitorado indeciso e os que pensam em absterem-se ou anularem o voto, ganhará a eleição!

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