INSENSATEZ x RESSENTIMENTO: Dois flagelos terríveis, para nós
- Se é cada vez mais evidente a polarização ideológica, em vista às eleições de 2022, é manifestamente claro que, para infelicidade do Brasil, falta senso de lucidez e responsabilidade aos nossos políticos a grande parte dos nossos políticos.
Se esta é a constatação, a menos de ano e meio das próximas eleições, imaginem como não estará o clima, em setembro do ano que vem! E o pior é que, o grau de insensatez de quem deveria dá o exemplo é tamanho que, nem de longe pensam eles em abrir mão de seus megalomaníacos projetos pessoais de poder.
- Bastaria que, tanto Lula quanto Bolsonaro abrissem mão de suas respectivas candidaturas, dando chance à democracia e com isso, o povo não tivesse que experimentar as nefastas consequências da radicalização que aliás, deu causa à divisão que aí está, recheada de ressentimentos que, diga-se de passagem, vem desde a reeleição da ex-presidente Dilma Rousselff, acusada, na época, de ter fraudado as eleições, contra Aécio Neves.
E já que assim é, não há como vislumbrar outro cenário, senão aquele que alimenta a politicagem, usando o povo despolitizado como massa de manobra, visando tão somente o poder pelo poder. Pautas de desenvolvimento sustentável, preservação dos valores republicanos e bem-estar, para o povo é o que menos conta, para essa gente.
- Com isso (a polarização “esquerdistas” x “direitistas”) fulmina de morte, a chance de – por uma 3a via -, poder o cidadão votar num candidato que não seja Lula ou Bolsonaro. Incrível é que, mesmo diante da rejeição de ambos (o que favoreceria uma terceira opção), não se vê esforço para dá capilaridade a uma outra alternativa.
Aonde é que está o juízo dessa gente que se diz defensora do Brasil, se ao invés de trabalhar um nome de consenso, vai é se lançar como candidato, pulverizando assim, o leque de candidaturas? Só faz sentido pensar em 3a via, formando-se um bloco homogêneo, alheio aos atuais antagonistas Lula e Bolsonaro. Isso é mais do que óbvio.
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Comento, argumento. Só não invento!




