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Rede de TV católica Canção Nova sofre perseguição do MP do Estado de São Paulo

Rede de TV católica Canção Nova sofre perseguição do MP do Estado de São Paulo

Rede de TV católica Canção Nova sofre perseguição do MP do Estado de São Paulo

Rede de TV católica Canção Nova sofre perseguição do MP do Estado de São Paulo

Lembram do velho adágio popular que diz: “só se joga pedra em árvore que dá frutos”? Pois essa frase cai como uma luva acerca do que está ocorrendo com a famosa rede de televisão católica Canção Nova, mantida pela Fundação João Paulo II, também fundada pelo falecido e carismático Monsenhor Jonas Abib, em 1989, em Cachoeira Paulista, situada no Vale do Paraíba, interior de São Paulo.

Ocorre que, por pautar-se em seguir a chamada sã doutrina da Igreja – longe de ideologias de cunho marxista ou de qualquer espectro de esquerda, desde algum tempo vem a emissora sofrendo ataques (alguns de forma velada) até mesmo dos chamados setores progressistas da Igreja Católica, a exemplo daquela parte do Clero (padres e bispos), que costuma comungar do proselitismo político de esquerda, embora já tenha recebido na época de campanhas políticas, candidatos à presidência da República, quer de direita quer de esquerda.

Presente em alguns países, a Canção Nova é a principal rede católica de televisão, com presença em todo o Brasil (tem uma Casa de formação com emissora de rádio e toda estrutura em Gravatá-PE) e outras espalhadas em praticamente todos os Estados brasileiros.

Mas, o que faria de mal, uma instituição católica, voltada exclusivamente à evangelização, embora tenha destacados serviços prestados, na área social, a ponto de despertar o interesse do Ministério Público de São Paulo, que ajuizou ação judicial, visando laicizar, para evitar que os padres e consagrados leigos da instituição estejam à frente da referida Fundação João Paulo II? O que estaria por trás de tudo isso?

Ao que se sabe, o MP paulista argumenta que a Fundação estaria desvirtuando seus objetivos, fugindo dos preceitos constitucionais. Só que como se diz na chamada “gíria chula”, o buraco é mais embaixo.

O que acontece é que, a ala da Igreja, no Brasil, ligada à ideologia marxista conhecida como Teologia da Libertação não vê com bons olhos, a resistência dos chamados católicos tradicionais resistentes às pautas chamadas “progressistas”. Estas ferem a doutrina da Igreja e do Evangelho. Os tradicionalistas não aceitam o casamento g4y, ordenação de mulheres, o aborto, eutanásia e por último, a ordenação de padres homossexuais, cuja autorização acaba de ser publicada, pelo Papa Francisco, pra citar apenas algumas.

Como se vê, os movimentos de esquerda – dentro e fora da Igreja, ligados aos partidos políticos esquerdistas – veem na Canção Nova uma espécie de “pedra de tropeço, no caminho” deles, diante das citadas “novidades” surgidas no seio da Igreja. Oportuno ainda dizer que, os aludidos movimentos tem ampla inserção na CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – cuja mesa diretora tem maioria voltada às pautas progressistas, embora não assumam publicamente isso.

Oportuno observar que, a postura do Ministério Público paulista vem causando perplexidade a milhões de católicos paulistas e brasileiros e por uma razão simples: O que se pretende, na verdade, é desnaturar a Canção Nova, no intuito de reduzi-la a mera instituição laica como outra qualquer, desvinculada dos objetivos para os quais foi criada, que é evangelizar, através dos meios de comunicação social e mídias digitais.

Como se vê, só se joga pedra, em árvore que dá fruto.

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