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O Supremo não precisa de um código de ética; precisa é mudar a mentalidade de seus ministros

O Supremo não precisa de um código de ética; precisa é mudar a mentalidade de seus ministros

O Supremo não precisa de um código de ética; precisa é mudar a mentalidade de seus ministros

O Supremo não precisa de um código de ética; precisa é mudar a mentalidade de seus ministros

Já causa muita fadiga, vê pela imprensa e redes sociais, notícias acerca do comportamento antirrepublicano de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal.

A propósito, vale lembrar da proposta do ministro presidente do STF, Edson Fachin, em criar um código de ética, a qual encontra resistências expressas de alguns dos seus pares, com destaque para os ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes.

Pensando bem, há que se perguntar: diante do baixíssimo nível ético e moral de alguns ministros da Corte, valeria mesmo à pena instituir um arcabouço balizador da conduta dos mesmos? Bem, a considerar o que se percebe nos comentários dos mais abalizados formadores de opinião, há, sim, necessidade da existência de tal código, mas não basta e por um motivo simples: mais urgente e necessário do que um código de ética, é mudar a mentalidade feudal da maioria dos seus ministros.

A situação de descrédito e desconfiança nos ministros do Supremo é enorme. E faz escola para magistrados de instâncias inferiores, como é o caso da desembargadora Eva do Amaral Coelho, do TJPA, que se julga vítima de comentários maldosos, pelo pronunciamento por ela feito, no qual se julga merecedora de melhores salários, malgrado perceber em torno de Cem Mil Reais por mês.

Já ultrapassa qualquer senso de razoabilidade, vermos as posturas de um Gilmar Mendes que, só pelo fato de ter sido citado no relatório da CPMI do Crime Organizado, foi ágil ao enquadrar o senador Alessandro Vieira – relator da aludida Comissão Parlamentar de Inquérito – com pedido de investigação contra o parlamentar, pela PGR, além de usar expressões intimidatórias alusivas até mesmo de cassação de mandato do parlamentar. Ministros do STF se acham intocáveis. Não admitem estarem no mesmo nível de poder, de deputados e senadores da República.

Uma coisa, no entanto é certa e fora de dúvida: se Fachin quer um Código de Ética, é porque falta ética, na Casa. Senão, não faria sentido criá-lo. Isso é óbvio! O fato é que, do jeito que está, não dá para continuar.

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