MORTE DE ZÉ ALMIR consterna mundo do jornalismo

- Nenhuma perda de jornalista nos causou mais consternação do que a do amigo e conterrâneo José Almir Borges, de 75 anos, mais conhecido como Zé Almir, ocorrida nesta quinta-feira, no Recife.
Nos conhecemos por volta de 1979, quando trabalhava eu no velho Diario de Pernambuco e ele recém-nomeado Secretário de Imprensa do Governo do Estado, após ter assumido antes importantes cargos públicos no Estado.
Zé Almir, como todo bom maranhense, era gente de fino trato. Educado e cortês para com todos. Tinha para com minha pessoa uma consideração singular. Talvez pelo fato de sermos conterrâneos e trabalharmos no manejo da notícia jornalística. Já naquela época, era respeitado pelos colegas e tido como paciente e agregador, nunca perdendo a calma. Sabia conviver com o poder e as pessoas humildes. Isso era marca registrada do Zé.
Não foi a causa de sua morte divulgada. Por certo, não entrará na estatística dos que se foram, vítimas do novo coronavírus. Que Nosso Bom Deus lhe dê o sono dos justos e conforto aos familiares e amigos que, diga-se de passagem, foram muitos.
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