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Criminalidade fora de controle; a bola da vez foi o Farmácia Popular

Criminalidade fora de controle; a bola da vez foi o Farmácia Popular

Criminalidade fora de controle; a bola da vez foi o Farmácia Popular

Criminalidade fora de controle; a bola da vez foi o Farmácia Popular

Como um câncer que se espalha pelo corpo rapidamente, assim é a corrupção e outras formas de crimes praticados no Brasil. A bola desta vez está sendo o programa do Governo Federal, ‘Farmácia Popular’, alvo de quadrilhas envolvidas inclusive com algumas das mais perigosas facções criminosas do País.

Nem termina a apuração de um escândalo e já começa outro, agora bem maior. Assim, a “cultura” do crime se consolida cada vez mais no Brasil. Como já vem sendo amplamente divulgado, as duas principais facções criminosas (PCC e Comando Vermelho) já se espalharam para dezenas de países, onde atuam em conjunto com outros grupos mafiosos, como se fossem verdadeiras empresas, com logística e toda estrutura, em favor da violência.

No Brasil, as autoridades afrouxaram o rigor contra os criminosos e com isso, quem paga caro é o cidadão de bem que, apesar de pagar impostos, vive amedrontado dentro de suas casas, enquanto cresce a impunidade. Sabem os bandidos que, sendo presos, não demoram muito na cadeia. Isso gera ainda mais sensação de impunidade.

Neste exato momento em que escrevo, em algum lugar do Brasil tem bandidos arquitetando formas de aprimoramento das suas ações. O crime organizado já tem seus tentáculos em todas as esferas de poder.

Praticamente em todos os Estados e cidades de portes médio e grande, as facções financiam campanhas eleitorais e não é por menos que está cada vez mais difícil atuar contra a bandidagem, nas instâncias de poder. Eles estão entranhados lá, obtendo informações privilegiadas. Por isso é que o chamado poder paralelo já não é mais força de expressão; é real.

Como se explicar que a máquina administrativa federal não seja capaz de enfrentar e se prevenir dos rombos bilionários dessas quadrilhas? A resposta é clara: Lá, dentro do Governo Federal (como em muitos governos estaduais e municipais) têm agentes do crime organizadamente infiltrados, a serviço do mal, contando muitas vezes com a conivência de quem comanda nossas instâncias de poder.

Lamentavelmente nos tornamos a nível nacional, um verdadeiro sindicato do crime e a impressão que se tem, é que já não há quem dê jeito. Que lástima?

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