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PACIÊNCIA TEM LIMITE

O Supremo Tribunal Federal não é mais o guardião da Constituição (II)

Somos do tempo em que o respeito à Constituição Federal era tido como quase intocável e suas normas eram orgulhosamente preservadas como se fossem verdadeiros dogmas de fé e crença. Somos do tempo em que um ministro do Supremo Tribunal Federal era tão considerado como se fora um ministro religioso de expressão internacional, dado era o respeito e confiança que o mesmo inspirava. Somos do tempo em que os escritos de um ministro do Supremo era citado em livros pelos mais respeitados doutrinadores, como algo inquestionável. A própria expressão SUPREMO em si, fazia jus à acepção do termo. Isso não ocorria por acaso.

HOJE, vivemos um tempo em que tudo o que foi dito acima, se nos apresenta como quase utopia, dado é o descrédito do povo brasileiro para com nossa maior Corte de Justiça. Muitas são as acusações contra o STF, dentre elas a de usurpação do poder. Mas o que intriga e causa inquietação e perplexidade, é o fato de que, apenas 11 senhores revestidos de tanto poder, ponham em risco a existência da própria harmonia e paz social de 210 milhões de brasileiros, por conta do engessamento a que chegamos. A ponto de ousarem “rasgar” a própria Constituição, como se isso fosse pouca coisa ou coisa pequena.

A simples pauta de julgamento para decidir se os presidentes do Senado e da Câmara Federal devem ou não serem reeleitos por mais de uma vez – como preceitua a Constituição -, já mostra o vilipêndio e afronta ao texto de nossa Carta Maior. Sim, porque abre-se o precedente perigoso para outros casuísmos condenáveis, a serviço de interesses para lá de escusos. E a pergunta é: Até quando irão esses verdadeiros senhores feudais acharem-se no direito de decidir por livre convicção, ao arrepio do da Lei Maior de nosso País? Até quando teremos que suportar essa fadiga? Afinal, paciência tem limite.

Comento, argumento. Só não invento!

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