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VIVEMOS SOB O IMPÉRIO DO MAL

Em reunião com Maia, Alcolumbre diz que governo Bolsonaro "acabou" - Extra  do Para

Não há outra manchete a esta reflexão que melhor traduza nosso sentimento de que, decididamente vivemos tempos difíceis. Terrivelmente difíceis, especialmente no que tange a questões de moral e decência. Sim, porque, via de consequência, da imoralidade ou falta da ética parece virem outros tantos malefícios e aqui nos referimos particularmente ao “modus operandi” de alguns ocupantes de postos de comando no nosso País, em geral.

Tem sido desgastante e difícil digerir, ter que assistir, pelos meios de comunicação, a luta de vida ou morte dos presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, respectivamente, acerca da reeleição deles. De quebra, o trabalho aguerrido e feroz do presidente da República, a fim de que o resultado lhe seja favorável (quando costura o nome de nomes da sua confiança, à sucessão dos atuais presidentes e isso sem falar na condenável usurpação de poder, do Supremo Tribunal Federal que, malgrado dizer-se guardião da Constituição, na hora de decidir sobre o que lhe convém, rasga essa mesma Constituição que, em tese, foi feita para servir de norte para o bem e não para o mal.

Ora, o escandaloso exemplo dos poderosos de Brasília parece servir de espelho aos poderosos dos Estados e aqui falo de Pernambuco, na medida em que o atual presidente da Assembleia Legislativa, ao que tem-se noticiado, arregimentou e conseguiu colocar em votação, em data antecipada, visando sua reeleição, apesar dos protestos de um grupo de 14 parlamentares. Com a anuência de 31 desqualificados e sem pudor, impôs sua vontade arbitrária, com medo de, se demorasse mais, perder a chance de se reeleger, já que as articulações eram visíveis, nesse aspecto. Ou seja, como em tempos recentes o falecido ex-presidente da Alepe, Guilherme Uchôa utilizou-se de artifícios nada republicanos, não tem o atual, Eriberto Medeiros cerimônia de fazer o mesmo.

Nunca foi novidade aos viventes deste século que, de fato, ‘o Brasil não é um País sério’. Mas agora está de mais! Tem-se a impressão de que nada, absolutamente nada escapa às presas do mal. Os efeitos disso? Bem, os de espírito fraco e propensos à safadeza fazem disso pretexto para juntarem-se aos operadores da desgraça, agindo como se deuses fossem ou como se nunca morressem. Desculpem os otimistas. Mas, à luz do que está aí, vivemos, sim, sob o império do mal.

Rapidíssimas

  • E haja suplência! – A pergunta que se faz hoje, em Pernambuco é: Para que danado SETE suplências na Assembléia Legislativa de Pernambco ALEPE? Para se ter uma ideia, só na mesa diretora da Casa existem 04 (quatro) Secretarias. Haja cabide de emprego e benesses, meu Deus!
  • É Ginaldo ou não é? – Éee… Desde sempre falei que o presidente da Câmara de Jaboatão não será o mais votado nem o mais bonito. Será o que o Prefeito Anderson Ferreira quiser. E ele quer o pastor Ginaldo. Sabe que, não pode ter problemas para votar o que ele quiser e muito menos quando tiver que se ausentar para, quem sabe, lançar voos, visando o Governo do Estado. Para isso teve que colocar “a dedo” o vice que com ele foi eleito.
  • Yves Ribeiro vai ou não, fazer auditoria? – Macaco velho como prefeito de vários mandatos, em Cidades da Região Metropolitana, Yves Ribeiro (MDB), recém-eleito prefeito do Paulista, sabe que o abacaxi por lá está do tamanho da área de plantação. Problemas deixados, segundo se comenta, por Júnior Matuto e companhia, são assombrosos ou escabrosos.
  • João Campos fará o que diz? – Uma coisa é certa. Pode-se até achar que o socialista eleito prefeito do Recife vem de berço e que teve um rolo compressor à sua disposição contra os adversários, nessa campanha. Mas que já deu sinais de que pode surpreender, isso é inconteste.

Comento, argumento. Só não invento!

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